Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Solar

Usina fotovoltaica na Bahia esbarra na burocracia brasileira

Depois de 18 meses, projeto da Bioenergy ainda não saiu do papel.

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Usina fotovoltaica na Bahia esbarra na burocracia brasileira

Dezoito meses passaram desde a realização do leilão que teoricamente viabilizou um projeto fotovoltaico de 3MW no município de Bom Jesus da Lapa, na Bahia. A usina, que vendeu energia no mercado livre em uma ação inédita no Brasil, porém, ainda não saiu do papel. Um dos motivos para o atraso nas obras seria a burocracia brasileira, justificou Sérgio Marques, presidente da Bioenergy, companhia responsável pelo empreendimento solar.

O leilão foi realizado no dia 7 de agosto de 2012, no qual a Bioenergy afirmou que vendeu algo próximo a 2,5MWh em energia solar, a um preço próximo de R$250 por MWh. Inicialmente, o projeto de 3MW demandaria um investimento total de R$22 milhões.

Em setembro de 2012, a Bioenergy anunciou a contratação da Solyes para construir a primeira fase da usina, com 1MW de portência, ao custo R$7 milhões. Na época, Marques informou que a entrada em operação da usina estava prevista para o primeiro semestre de 2013.

No entanto, em entrevista ao Jornal da Energia, Marques explicou o atraso, justificando que entraves burocráticos envolvendo a importação dos painéis fotovoltaicos estariam emperrando o andamento do projeto. “O Brasil é uma mar de burocracia”, desabafou.

Segundo ele, atualmente a Bioenergy negocia com sete fornecedores, entre americanos e chineses. A nova previsão é que a usina comece a operar no segundo semestre de 2014. A geradora conseguiu negociar junto aos clientes a postergação da entrega da energia comercializada no leilão.

O atraso, entretanto, não se limita apenas aos entraves burocráticos “alfandegários”. Marques ainda justificou que o direcionamento de investimentos para projetos eólicos no Estado do Maranhão também contribuíram para a postergação do empreendimento solar.

A Bioenergy tem 28,8MW eólicos em operação no Rio Grande do Norte. Segundo o executivo, outros 513MW estão em construção, distribuídos pelos Estados do Maranhão e Rio Grande do Norte.

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