Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Bioenergia

O futuro da energia solar pode estar na nanotecnologia

O uso de energia solar em larga escala exige avanços consideráveis em tecnologias.

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O futuro da energia solar pode estar na nanotecnologia

O uso de energia solar em larga escala exige avanços consideráveis em tecnologias de armazenamento de energia para atender às crescentes demandas globais. Mas o futuro pode estar nas nanopartículas.

Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade de Harvard criaram uma nova maneira de armazenar e gerar energia solar em moléculas dentro de moldes de nanotubos de carbono. Essa energia pode ser aproveitada para aquecer casas no inverno, esquentar a água ou até para cozinhar.
 
O estudo foi publicado no periódico científico Nature Chemistry. Segundo a revista The Atlantic, os nanotubos podem armazenar e gerar energia por longos períodos de tempo por um baixo custo. Além disso, podem ser reutilizados sem emitir nenhum gás causador do efeito estufa.

O experimento com nanotubos usou moléculas de azobenzeno. Essas moléculas, também conhecidas como “photoswitches”, podem assumir duas formas diferentes mais de 10 mil vezes sem degradar. A exposição à luz solar faz com que elas absorvam a energia e mudem de configuração para armazenar esse calor por longos períodos de tempo.

Para liberar a energia, basta expor as moléculas a uma pequeníssima quantidade de luz, que não precisa ser do Sol. O ambiente pode até estar escuro, desde que tenha certa quantidade de calor ou eletricidade para as moléculas gerarem energia. Isso significa que a técnica depende menos da luz solar do que os métodos usados atualmente, o que torna o azobenzeno uma ótima ferramenta na geração de energia.

Mas, sozinho, o azobenzeno é muito pequeno para reter energia suficiente. Por isso, os pesquisadores enxergaram a necessidade de usar moldes de nanotubo de carbono para reunir uma grande quantidade de moléculas e aumentar o potencial do composto.

Os cientistas ainda não sabem como construir uma máquina com esse material, mas os testes em laboratórios foram um sucesso. Os autores do artigo imaginam que a tecnologia poderia ser usada principalmente em países onde a maioria das pessoas depende de lenha para cozinhar, o que gera níveis perigosos de poluição do ar, eleva o desmatamento e contribui para as mudanças climáticas.

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