Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Bioenergia

Rosatom confirma interesse em novos blocos nucleares no Brasil

Subsidiária fechou acordo com a Camargo Corrêa para a América Latina

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Rosatom confirma interesse em novos blocos nucleares no Brasil

A russa Rosatom confirmou a possibilidade de trabalho conjunto no Brasil para a construção de novos blocos para energia nuclear, tendo em vista a seleção de áreas para projetos do segmento efetuado pelo governo brasileiro.

Sua subsidiária, a Rusatom Overseas assinou um acordo bastante amplo com a Camargo Correa, não só no Brasil, mas também na América Latina. O acordo prevê o compartilhamento de cooperação na construção de instalações para a atual usina nuclear de Angra 3.

Segundo Sergey Kirienko, diretor-geral da companhia, “a América Latina é um novo, mas interessante mercado. Sendo assim, a empresa precisa de um parceiro estratégico de confiança”.

O acordo também prevê possibilidade de trabalho conjunto na construção de novos blocos, já que o Brasil está selecionando áreas para isso ativamente ” – disse S. Kiriyenko. Segundo ele, para Rosatom, a América Latina é um novo, mas interessante mercado. Sendo assim, a empresa precisa de um parceiro estratégico de confiança.

A parceria entre russos e brasileiros no setor nuclear é antiga, assim como o interesse da Rosatom no mercado brasileiro. Em 1994, as duas nações firmaram um acordo pelo uso pacífico da energia atômica. Depois disso, em 2009, um memorando de entendimentos foi assinado e em 2011, a Rusatom Overseas passou a integrar a Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan).

No último trimestre de 2013, com a indicação do Brasil para a abertura no setor, com a permissão de participação da iniciativa privada nos certames, a Rosatom já anunciava planos para possíveis leilões de térmicas nucleares, previstos para acontecer até 2030.

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