Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas
Energia Solar

Sol poderá ser a maior fonte de eletricidade do mundo até 2050, diz IEA

O Sol poderá ser a maior fonte de eletricidade no mundo até 2050, à frente de combustíveis fósseis, eólica, hidrelétrica e nuclear.

Compartilhar essa notícia
Sol poderá ser a maior fonte de eletricidade do mundo até 2050, diz IEA

O Sol poderá ser a maior fonte de eletricidade no mundo até 2050, à frente de combustíveis fósseis, eólica, hidrelétrica e nuclear, de acordo com dois relatórios divulgados nesta segunda-feira, (29/9), pela a Agência Internacional de Energia (IEA), na sigla em inglês). Os relatórios mostram que os sistemas fotovoltaicos podem gerar até 16% da eletricidade do mundo em 2050, enquanto a solar térmica concentrada poderia fornecer um adicional de 11%.

Combinadas, essas tecnologias evitariam a emissão de mais de 6 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano no período – que é mais do que todas as emissões de CO2 atuais relacionados com a energia dos Estados Unidos, ou quase todas as emissões diretas do setor de transporte em todo o mundo hoje.

Segundo a diretora-executiva da IEA, Maria Van der Hoeven, a rápida queda no custo dos módulos e dos sistemas fotovoltaicos abre novas perspectivas para o uso da energia solar como uma grande fonte de eletricidade nos próximos anos. No entanto, a executiva ressalva que ambas as tecnologias são muito intensivas em capital, o que exige que todas as despesas sejam feitas antecipadamente para que os objetivos sejam alcançados.

A diretora também destacou que os dois relatórios não representam uma previsão, tal como acontece em outros estudos de tecnologia da AIE, que detalham as metas de melhoria de tecnologia esperada e as ações governamentais necessárias para se alcançar essa visão em 2050.

O objetivo das publicações é apontar para a importância de se estabelecer políticas claras, credíveis e consistentes, que possam diminuir os riscos de implantação dos investidores e inspirar confiança nos empresários. Por outro lado, disse Van der Hoeven, onde houver incoerência política ou sinais confusos dos governos, o consumidor pagará mais caro pela energia , e alguns projetos não vão seguir em frente.”

Os dois documentos enfatizam o papel complementar das duas tecnologias. Com 137 GW de capacidade instalada mundialmente até o final de 2013, e adicionando 100 MW por dia, a implantação da solar fotovoltaica até agora tem sido muito mais rápida do que a da solar térmica, principalmente por causa da redução dos custos dos equipamentos.

No cenário descrito nos relatórios, a maior parte do crescimento da energia solar fotovoltaica acontece até 2030. No entanto, o quadro depois muda. Ao atingir participação entre 5% e 15% da geração anual de eletricidade, a fotovoltaica começa a perder espaço. A implantação da tecnologia térmica decola nesta fase, graças ao sistema de armazenamento das usinas concentradas, que permite a geração de energia elétrica nos picos de demanda do fim da tarde e da noite, complementando, assim, a geração fotovoltaica.

A China lidera de longe a expansão da tecnologia fotovoltaica. A tecnologia solar térmica se expande em áreas muito ensolarados, com céu limpo, tornando-se uma grande oportunidade para a África, Índia, Oriente Médio e Estados Unidos.

Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343