Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Agência de risco S&P mantém selo de bom pagador do Brasil

Nota do país continua na última faixa de grau de investimento, mas perspectiva é estável.

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Agência de risco S&P mantém selo de bom pagador do Brasil

Para agência, Dilma sustentará apoio ao pacote de ajuste fiscal, que acabará aprovado pelo CongressoSão Paulo, SP, 24 de Março de 2015 – O Brasil manteve o selo de local seguro para investir, o chamado grau de investimento, concedido pela agência internacional de classificação de risco Standard & Poor’s.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (23), a agência afirmou que a nota de crédito do país continua a mesma –BBB-, na última faixa antes do grau especulativo–, e com perspectiva “estável”.

O anúncio é um alento para governo, que, desde a retirada pela Moody’s do grau de investimento da Petrobras, em fevereiro, passou a temer que a nota do país fosse reduzida.

Segundo a S&P, a manutenção do selo de bom pagador para o Brasil deve-se à expectativa de que a presidente Dilma Rousseff sustentará o apoio ao ajuste fiscal promovido pela equipe econômica e que as medidas serão aprovadas no Congresso.

O governo tem tido dificuldade de passar o pacote no Legislativo num momento em que denúncias de corrupção na Petrobras, fruto da Operação Lava Jato, chegam a nomes centrais do Congresso, como os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros.

A medida provisória que revia o programa de desonerações da folha de pagamentos, peça importante do pacote de ajuste, foi devolvida pelo Senado, e o governo teve de reencaminhar as medidas por meio de projeto de lei.

A agência acredita, no entanto, que o problema será resolvido e, com isso, a credibilidade do governo será “gradualmente restaurada”.

Para a S&P, a economia brasileira encolherá 1% neste ano, como efeito da elevação dos impostos, do corte de incentivos e da redução dos investimentos pela Petrobras. Mas avançará 2% em 2016.

“A S&P era uma das agências que mais preocupavam, pois nela o Brasil está só um grau acima do especulativo [com elevado risco de calote]. Se rebaixasse o país e fosse seguida por outra agência, vários fundos seriam forçados a retirar investimentos do Brasil”, diz Fabio Lemos, analista da São Paulo Investments.

Cenário desafiador

A agência afirmou que Dilma enfrenta um cenário político e econômico desafiador, com queda aguda em seus índices de aprovação, contração da economia e denúncias de corrupção na Petrobras.

Mas que os sinais enviados pelo governo mudaram enormemente em relação ao primeiro mandato e o ajuste fiscal tem como foco eliminar diversas distorções, como a dos preços administrados, que vinham sendo represados para evitar a inflação.

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