Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Agência de risco S&P mantém selo de bom pagador do Brasil

Nota do país continua na última faixa de grau de investimento, mas perspectiva é estável.

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Agência de risco S&P mantém selo de bom pagador do Brasil

Para agência, Dilma sustentará apoio ao pacote de ajuste fiscal, que acabará aprovado pelo CongressoSão Paulo, SP, 24 de Março de 2015 – O Brasil manteve o selo de local seguro para investir, o chamado grau de investimento, concedido pela agência internacional de classificação de risco Standard & Poor’s.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (23), a agência afirmou que a nota de crédito do país continua a mesma –BBB-, na última faixa antes do grau especulativo–, e com perspectiva “estável”.

O anúncio é um alento para governo, que, desde a retirada pela Moody’s do grau de investimento da Petrobras, em fevereiro, passou a temer que a nota do país fosse reduzida.

Segundo a S&P, a manutenção do selo de bom pagador para o Brasil deve-se à expectativa de que a presidente Dilma Rousseff sustentará o apoio ao ajuste fiscal promovido pela equipe econômica e que as medidas serão aprovadas no Congresso.

O governo tem tido dificuldade de passar o pacote no Legislativo num momento em que denúncias de corrupção na Petrobras, fruto da Operação Lava Jato, chegam a nomes centrais do Congresso, como os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros.

A medida provisória que revia o programa de desonerações da folha de pagamentos, peça importante do pacote de ajuste, foi devolvida pelo Senado, e o governo teve de reencaminhar as medidas por meio de projeto de lei.

A agência acredita, no entanto, que o problema será resolvido e, com isso, a credibilidade do governo será “gradualmente restaurada”.

Para a S&P, a economia brasileira encolherá 1% neste ano, como efeito da elevação dos impostos, do corte de incentivos e da redução dos investimentos pela Petrobras. Mas avançará 2% em 2016.

“A S&P era uma das agências que mais preocupavam, pois nela o Brasil está só um grau acima do especulativo [com elevado risco de calote]. Se rebaixasse o país e fosse seguida por outra agência, vários fundos seriam forçados a retirar investimentos do Brasil”, diz Fabio Lemos, analista da São Paulo Investments.

Cenário desafiador

A agência afirmou que Dilma enfrenta um cenário político e econômico desafiador, com queda aguda em seus índices de aprovação, contração da economia e denúncias de corrupção na Petrobras.

Mas que os sinais enviados pelo governo mudaram enormemente em relação ao primeiro mandato e o ajuste fiscal tem como foco eliminar diversas distorções, como a dos preços administrados, que vinham sendo represados para evitar a inflação.

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