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Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
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Agronegócio lidera com a campeã Soja sendo exemplo! – por Valter Bampi

Em maio de 2015, agronegócio foi recordista nas exportações brasileiras, alcançou 51,5%,valor de US$ 8,64 bilhões.

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Agronegócio lidera com a campeã Soja sendo exemplo! – por Valter Bampi

Em maio de 2015, agronegócio foi recordista nas exportações brasileiras, alcançou 51,5%,valor de US$ 8,64 bilhões, queda de 10,5% em relação a maio/2014. As importações somaram US$ 1,03 bilhão no período, números constam na balança comercial do agronegócio, divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).Na composição do superávit de US$ 2,76 bilhões, setor agropecuário contribuiu com US$ 7,61 bilhões de saldo positivo, enquanto demais setores da economia apresentaram mais de US$ 4,85 bilhões de déficit, ou seja, agronegócio e responsável pelo superávit da balança comercial brasileira. Setores que mais contribuíram a retração foram: complexo soja (menos US$ 384,59 milhões), carnes (menos US$ 300,47 milhões), produtos florestais (menos US$ 127,81 milhões), setores de sucos e bebidas amenizaram redução, crescendo de US$ 37,8 milhões e US$ 11,79 milhões, respectivamente.
Em retração, complexo soja e principal setor em valor exportado, crescendo 20,9% em quantidade em relação a maio/14..Em maio/15, houve queda, em valor nas exportações do agronegócio, porém em quantidade queda foi menor em alguns produtos, soja em grão apresentou aumento recorde de 9,34 milhões de toneladas. Em segundo carnes, com US$ 1,2 bilhão, frango responsável por 48,1% desse montante, somando US$ 574,92 milhões, boi, com exportações de US$ 453,42 milhões, com menor participação em valor exportado, suíno merece destaque, crescendo de 17,9% na quantidade embarcada em relação ao mesmo período no ano passado. Em terceiro produtos florestais embarcaram US$ 773,53 milhões, papel e celulose com montante de US$ 540,70 milhões. Na quarta posição complexo sucroalcooleiro, somou US$ 664,5 milhões, queda de 3%,devido à retração nas exportações de álcool de US$ 98,67 milhões para US$ 46,61 milhões, açúcar apresentou crescimento em valor de US$ 585,77 milhões em maio de 2014 para US$ 617,25 milhões em maio/15 e em quantidade de 1,47 milhão para 1,83 milhão de toneladas. Em quinto café, somou US$ 483,86 milhões, grão foram 13,7% inferiores, em função da retração na quantidade,161,56 para 157,83 mil toneladas e preço médio, US$ 3.118 para US$ 2.753 por tonelada, café solúvel apresentou crescimento de 1,6% em valor, em decorrência da ampliação do preço.
Em conjunto, cinco setores acima somaram US$ 7,46 bilhões e responsáveis por 86,3% das vendas externas do agronegócio brasileiro. De junho de 2014 e maio de 2015, exportações do agronegócio brasileiro totalizaram US$ 91,38 bilhões, decréscimo de 7,8% em comparação aos US$ 99,08 bilhões comercializados nos doze meses anteriores. Nas importações, queda foi de 9,6%, somando US$ 15,50 bilhões no período, saldo da balança comercial do agronegócio brasileiro foi superavitário em US$ 75,89 bilhões.

Segredo da Soja continuar na liderança: tecnologia com aumento de produtividade

De toda a adubação utilizada na fazenda, 90% são compostos orgânicos e 10% de origem mineral. Do fertilizante orgânico,80% é residual do plantio direto e 20% é complementar, com adição de 10 toneladas/hectare, preocupação com a adubação orgânica é porque onde existe mais de 5% de matéria orgânica solo responde melhor, produz mais, adubação orgânica é mais barata que mineral e plantio direto é ainda mais econômico que comprar esterco. Do ponto de vista nutricional o efeito do composto orgânico é o mesmo da adubação mineral, diferença é que adubo orgânico, seja ele adicionado ou residual da palhada do plantio direto, contribui a estruturação do solo e estimula a biodiversidade, por consequência, melhora infiltração da água, evitando perdas de solo a erosão, com o uso contínuo ao longo dos anos, mantem e aumenta presença de matéria orgânica. Solos com taxas de material orgânica entre 4% e 5% são considerados mais produtivos.

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