Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Projeto sustentável gera economia e garante estabilidade para empresa do agronegócio

Projeto Sustentabilidade tem ajudado a Agristar a economizar nos custos de sua operação garantindo a estabilidade da companhia em época de recessão.

A redução nos custos de operação de uma empresa de agronegócio em um período em que a economia não vai bem é fundamental para manter a competitividade e a estabilidade no negócio. A Agristar do Brasil, líder na produção de sementes para a horticultura no Brasil, graças a um projeto de sustentabilidade implantado há mais de um ano, tem gerado economias em suas operações e garantindo a estabilidade de suas atividades.

Desde que foi implantado, em meados de 2014, o Projeto Sustentabilidade da Agristar tem como diretriz economizar, reaproveitar, dar o tratamento adequado ao que foi produzido e consumir de maneira consciente os recursos utilizados, seja nos campos experimentais da empresa ou nas áreas administrativas.

“Todas essas ações são importantes para que o crescimento da empresa seja sustentável e socialmente responsável. Hoje percebemos, ainda, que elas se tornam economicamente vantajosas, pois tem gerado economia em um período de recessão”, explica o Diretor de Operações da Agristar do Brasil, Silvio Valente.

Na matriz em Santo Antônio de Posse (SP), desde outubro de 2014 funciona a “Estação de Tratamento de Resíduos” da Agristar onde, em média, 15 mil litros de água proveniente do tratamento de sementes e da lavagem de equipamento, maquinários e embalagens são tratados por mês. Toda a água proveniente da estação é reutilizada na irrigação dos campos experimentais e ajuda no abastecimento da unidade. “Esta ação gera economia e evita impactos ambientais”, completa Valente.

O Projeto todo, no entanto, exige o engajamento dos colaboradores. “É no dia a dia da companhia e nas pequenas ações que se consegue grandes resultados, seja na redução ou reutilização do papel, reaproveitamento de utensílios ou melhor aproveitamento das viagens e reuniões”, afirma Valente. Por isso a Agristar realiza ações e campanhas mensais de divulgação do Projeto para os funcionários.

Segundo o diretor de operações, o próximo passo da empresa é a instalação de estações de energia fotovoltaica, para a produção de energia elétrica a partir de luz solar. “Estudos prévios apontaram a possibilidade de uma economia de 100% com energia após a implantação do sistema”, comenta.

Já nas estações experimentais, segundo o Coordenador da Estação Experimental de Santo Antônio de Posse (SP), Henrique Geniselli, desde o momento em que foram implantadas, realizam a irrigação por meio de sistema de gotejamento nas estufas e a campo, onde a água é aplicada por ponto de emissão, gota a gota, até a base da planta, sobre ou sob o solo, sendo absorvida pelas raízes.  “O racionamento dos recursos hídricos pode variar de 30% a 50% quando se comparada com a irrigação por aspersão, a redução ocorre devido ao controle de sua aplicação e redução de perdas, já que a disponibilização de água é feita pontualmente junto ao sistema radicular da planta. Além disto, este sistema permite maior eficiência no controle fitossanitário e no uso de fertirrigação. Aliado a isto, utilizamos também o mulching, que nada mais é que um filme plástico de espessura fina e baixo custo que protege o solo e o sistema radicular das plantas, proporcionando uma economia de até 50% a mais na irrigação, redução de 60% no uso de herbicidas (evitando a fitotoxicidade) e economia em fertilizantes já que evita a lixiviação dos nutrientes. O mesmo proporciona ainda a reflexão da luz para melhor aproveitamento da planta e repelência a insetos”, finaliza Geniselli.

“Com essas ações, além de conseguirmos reduzir consideravelmente os custos da companhia, contribuímos para a conservação dos solos e dos rios. Atividades que dependem dos recursos naturais, como a agricultura, tem a responsabilidade de zelar por ela”, conclui Valente.

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