Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Meio Ambiente

Brasil espera acordo “robusto” sobre clima na COP21

Delegação brasileira aponta que ações necessárias para conter o aquecimento global não podem ser adiadas

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Brasil espera acordo “robusto” sobre clima na COP21

Autoridades brasileiras esperam que seja firmado um acordo robusto, justo, equilibrado e duradouro na 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21). O encontro começa no próximo domingo (29/11), em Paris, para discutir a mudança do clima e propostas de redução de emissões de gases do efeito estufa. Estarão reunidas delegações de mais de 190 países.

A negociação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento na adoção de ações para conter o aquecimento global terá desafios, mas os brasileiros estão otimistas. “Uma COP21 de sucesso é termos um acordo robusto, justo equilibrado e ambicioso. Esse é o nosso objetivo”, disse o embaixador José Antônio Marcondes de Carvalho.

“Não é posição do governo (brasileiro) sairmos da COP com um acordo apenas minimalista, superficial, declaratório, em que definições e decisões necessárias e imperativas sejam adiadas”, disse Carvalho, subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério de Relações Exteriores (MRE). Ele é o negociador brasileiro para a mudança do clima.

A proposta individual do Brasil para conter o aquecimento global é reduzir em 37% as emissões de gases do efeito estufa do País em relação ao ano de 2005. Naquele ano, as emissões brasileiras foram de 2,1 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente. O País também se propõe a restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. 

No campo da energia, o Brasil assume como meta a expansão do uso de fontes renováveis (como energia eólica, fotovoltaica, biomassa e biocombustíveis) em sua matriz energética, dos atuais 28% para 33%, até 2030. Isso sem contar com a parcela da energia hídrica. 

O Brasil também vai defender o aumento dos recursos destinados anualmente a ações para a mudança do clima. O montante global de US$ 100 bilhões entre recursos públicos, privados e de organismos internacionais previstos para até 2020 é considerado insuficiente para financiar as ações relacionadas à redução de gases de efeito estufa.

“Defendemos que esses recursos sejam ampliados para permitir que os países em desenvolvimentos possam fazer frente ao que pretendem executar”, disse o embaixador.

O Brasil propõe também um reforço de US$ 10 bilhões ao Fundo Verde para o Clima. Esse fundo é o principal mecanismo de financiamento de ações de redução de emissões de gases de efeito estufa e para a adaptação ao clima.

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