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IBGE confirma safra recorde de grãos em 2015 e espera alta de 0,5% para 2016

A estimativa da área a ser colhida é de 57,7 milhões de hectares, com alta de 1,8% frente à área colhida em 2014 (56,7 milhões de hectares).

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IBGE confirma safra recorde de grãos em 2015 e espera alta de 0,5% para 2016

A safra brasileira de grãos fechou 2015 com a produção de 209,5 milhões de toneladas. O total colhido é 7,7% superior à produção de 2014 (194,6 milhões de toneladas). O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (12/01) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estimativa da área a ser colhida é de 57,7 milhões de hectares, com alta de 1,8% frente à área colhida em 2014 (56,7 milhões de hectares). As três principais commodities – arroz, milho e soja – representaram 93,1% da estimativa da produção e responderam por 86,3% da área a ser colhida.

Em relação a 2014, houve acréscimos de 6,1% na área da soja, 0,8% na área do milho e redução de 8,4% na área de arroz. Na produção, houve acréscimos de 1,1% o arroz, 11,9% na soja e de 7,3% no milho.

Apenas o Estado do Mato Grosso foi responsável por 25% da produção brasileira de grãos. “Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 24,9%, seguido pelo Paraná (18,0%) e Rio Grande do Sul (15,2%), que somados representaram 58,1% do total nacional previsto”, divulgou o IBGE.

Conforme o Instituto, a safra nacional de grãos deve crescer 0,5% e chegar a 210,7 milhões de toneladas em 2016. A produção de soja deve chegar a 102,7 milhões de toneladas, superando a safra de 2015 em 5,9%. Esta alta na produção é resultado da valorização da soja no mercado interno. Líder na produção do grão, Mato Grosso reservou 9,2 milhões de hectares para cultivo de soja, com rendimento médio em 3.106 kg/ha. A produção mato-grossense deve ficar em torno de 28,5 milhões de toneladas, 2,5% maior que a de 2015.

Milho – O atual prognóstico trás mais um decréscimo na produção de milho primeira safra. Esta queda de produção é consequência da valorização da soja, concorrente direto por área. São esperadas para esta primeira safra 28,1 milhões de toneladas, 4,6% menor que o obtido em 2015 e 2,4% menor que a estimativa do prognóstico anterior. A área plantada sofreu contração de 7,4% quando comparado com 2015 e de 2,0% quando comparado aos dados do segundo prognóstico.

Rio Grande do Sul e Paraná já contabilizam em seus rendimentos médios os excessos de chuvas no último trimestre de 2015. O GCEA/RS estima rendimento médio de 6.409 kg/hectares, enquanto o GCEA/PR estima 8.601 kg/hectares, menores, respectivamente, 1,8% e 0,5% quando comparado com 2015. A produção de milho em ambos os estados também sofreu a influência negativa da redução de área plantada. É esperado que o estado gaúcho reduza a sua área em 12,9% e o estado paranaense em 20,9%. A consequência das reduções observadas anteriormente é a diminuição da produção em 14,6% no Rio Grande do Sul e em 21,3% no Paraná, quando comparado com 2015. São estimadas produções de 4,8 milhões de toneladas no Rio Grande do Sul e 3,7 milhões de toneladas no Paraná.

Soja – Novo recorde de produção de soja para 2016 é apontado neste terceiro prognóstico. A produção estimada de 102,7 milhões de toneladas supera a produção de 2015 em 5,9%. Esta alta na produção é resultado da valorização da soja no mercado interno.

O Mato Grosso se mantém líder nacional na produção da leguminosa. Com expectativa de área de 9,2 milhões de hectares e de rendimento médio em 3.106 kg/ha, estima-se que a produção mato-grossense seja de 28,5 milhões de toneladas, 2,5% maior que a de 2015.

O Paraná trouxe estimativa de produção de 18,3 milhões de toneladas, maior 6,7% quando comparado a 2015. As lavouras de soja também já se encontram plantadas e segundo GCEA/PR apresentam bom aspecto. Os estágios de desenvolvimento predominantes são de desenvolvimento vegetativo (35%), floração (40%) e frutificação (25%).

No Rio Grande do Sul, espera-se uma produção de 16,2 milhões de toneladas, 3,4% maior que a de 2015. A estimativa de área plantada de 5,5 milhões de hectares supera em 3,9% a área de 2015. Os excessos de chuvas estão sendo contabilizados no rendimento médio e espera-se uma leve queda de 0,5%, totalizando 2.967 kg/hectares.

Os levantamentos de Cereais, leguminosas e oleaginosas foram realizados em colaboração com a Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, órgão do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, continuando um processo de harmonização das estimativas oficiais de safra das principais lavouras brasileiras, iniciado em outubro de 2007.

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