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Celesc lança programa que subsidia mil painéis fotovoltaicos em Santa Catarina

Com os novos equipamentos, o Estado será o primeiro em número de painéis fotovoltaicos no país

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Mil casas de Santa Catarina vão poder participar do projeto Bônus Fotovoltaico, em que a Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina) e a empresa Engie Geração de Energia Fotovoltaica vão oferecer subsídios de 60% na compra de painéis fotovoltaicos. De acordo com o presidente da Celesc, Cleverson  Seiwert, hoje o país tem 5.500 painéis instalados e, em Santa Catarina, são 350. Com o acréscimo de mil painéis, o Estado será o primeiro em número de equipamentos instalados.

A assinatura do contrato para o início do projeto foi realizada nesta segunda-feira (28), no gabinete do governador Raimundo Colombo, com a presença do vice Eduardo Pinho Moreira, do presidente da Celesc e do presidente da Engie, Eduardo Sattamini. O Bônus Fotovoltaico faz parte do Programa de Eficiência Energética da Celesc.

Assim como o projeto Bônus Eficiente, que viabilizou a substituição de mais de 77 mil eletrodomésticos antigos por modelos novos e eficientes com 50% de desconto, a proposta deste novo projeto é possibilitar a redução do custo de energia no orçamento das famílias e conscientizar para o uso racional de energia. “A sustentabilidade tem sido um tema presente na Celesc, com foco em desenvolvimento social, ambiental e econômico. Com isso, esperamos levar cada vez mais energia e mais competitividade aos nossos lares e indústrias”, afirma Seiwert.

Dentro de 60 dias, a Celesc disponibilizará um site em que o cidadão poderá fazer o cadastramento para receber o subsídio. Em fevereiro, devem começar as instalações. Uma equipe técnica da Celesc fará visitas às residências para a escolha final das mil casas que participarão do programa.

Durante o evento, o governador Raimundo Colombo destacou o bom histórico do Estado no setor elétrico e os investimentos que têm sido feitos, principalmente, para o uso racional de energia. “Acho importante entrar nesse mundo de alternativas, de buscar desenvolvimento e de criar mecanismos tecnológicos. A energia solar é de fato o caminho mais importante para se consolidar”, ressaltou Colombo.

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