Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Pesquisa e Desenvolvimento

Projeto de pesquisador da Embrapa Agroenergia vence o prêmio da ABBI em bioeconomia

Foram mais de 30 inscritos de seis estados brasileiros e as soluções propostas para uma multiplicidade de setores

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Projeto de pesquisador da Embrapa Agroenergia vence o prêmio da ABBI em bioeconomia

Projeto da Embrapa Agroenergia em tema da Biotecnologia Industrial foi o vencedor do premio Prêmio Brasil Bioeconomia 2018 na categoria ideia promovido pela Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI). O anuncio foi hoje pela manhã, em São Paulo, durante o Fórum com a mesma temática. Foram mais de 30 inscritos de seis estados brasileiros e as soluções propostas para uma multiplicidade de setores. “Da indústria química e de biocombustíveis à mineração, passando pelo segmento de cosméticos e alimentos, vimos um nível excepcional de tecnologias e empresas com enorme potencial para acelerar a consolidação da bioeconomia avançada brasileira”, afirma o presidente da ABBI, Bernardo Silva.

O projeto “Produção de ácido xilônico a partir de hidrolisados de biomassa lignocelulósica”, liderado pelo chefe de pesquisa da Unidade, João Ricardo Almeida, com inicio em 2015, busca a utilização da biomassa para produção de etanol lignocelulósico e outros compostos químicos de interesse biotecnológico tem sido amplamente avaliada. De fato, salienta o pesquisador, várias linhagens microbianas capazes de produzir etanol e outros químicos de interesse a partir dos açúcares presentes na biomassa têm sido obtidas por Engenharia Metabólica.  “Neste projeto visamos obter, por engenharia metabólica, leveduras Saccharomyces cerevisiae e Pichia pastoris capazes de produzir ácido xilônico a partir de fontes renováveis, mais especificamente da fração hemicelulósica da biomassa”, destaca João Almeida.

De acordo com ele, o ácido xilônico tem aplicações bastante versáteis, pode ser utilizado na indústria de alimentos, química e farmacêutica e, também, como bloco construtor para moléculas químicas. Em relatório do Departamento de Energia dos EUA, o ácido xilônico aparece entre os 30 melhores produtos químicos de valor agregado a ser produzidos a partir de biomassa. Leveduras robustas capazes de produzir ácido xilônico em hidrolisados de biomassa serão obtidas neste projeto, utilizando-se diferentes estratégias de engenharia metabólica. Destacando-se a identificação de novas enzimas e genes alvos para o melhoramento genético combinada com subsequentes ciclos de engenharia metabólica e caracterizações fisiológicas das linhagens geradas. Para alcançar os objetivos do projeto, uma rede de pesquisadores com reconhecida experiência na área foi reunida. Essa proposta é inovadora por associar estratégias únicas de engenharia metabólica de leveduras a condições de processo para produção de composto químico de interesse biotecnológico ainda pouco explorado.

O projeto traz impactos significativos para a sociedade, não somente por resultar em microrganismos produtores de ácido xilônico a partir de fonte renovável, mas também, por agregar valor à cadeia dos biocombustíveis e da indústria química, além de formar recursos humanos em área estratégica para o País. O desenvolvimento de biorrefinarias que é baseado na integração de processos de conversão de biomassa para a produção de combustíveis, energia e produtos químicos, tem sido apontado como forma de viabilizar economicamente a cadeia produtiva de biocombustíveis, valorar resíduos e coprodutos, e reduzir a eliminação de resíduos industriais.

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