Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Diversidade

Hidrelétricas começam a perder espaço para energia solar, eólica e biomassa no Brasil

As hidrelétricas, passaram a representar 60,9% de todas as fontes de geração elétrica, o que antes era 82,9%. 

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Hidrelétricas começam a perder espaço para energia solar, eólica e biomassa no Brasil

Neste último sábado (27), às 20h30, o mundo todo apagou suas luzes em sinal de apoio a um movimento que pede uma transição energética urgente com a deixa das usinas hidrelétricas e aquisição de fontes renováveis como a energia solar, eólica e biomassa, com o intuitos de amenizar os efeitos causados pelo uso indevido dos recursos do planeta na geração de energia.

Grande parte dos países tem como principal fonte energética os combustíveis fósseis, já o Brasil tem como predominância fontes renováveis como, exemplo, a energia solar e eólica. Entretanto, para atender ao crescimento da demanda e garantir segurança energética, a diversificação das fontes também se faz urgente.

Élbia Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), afirma: “As fontes hidrelétricas estão praticamente esgotadas, nós usamos todos os recursos viáveis do ponto de vista econômico, social e ambiental”

Essa transformação já vem acontecendo nos últimos 21 anos, período em que as hidrelétricas, passaram a representar 60,9% de todas as fontes de geração elétrica, o que antes era 82,9%. Dando espaço à energia eólica com participação de 9,6%, a biomassa que atualmente representa 8,6% e a energia solar, com 4,4%. Segundo Carlos Pires, diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energias (MME).

Passaram a ter espaço, ao lado das Hidrelétricas, outras fontes não renováveis, mas segundo Carlos Pires, nesses casos foram estimuladas as fontes com menor emissão, como é o caso do gás natural que cresceu de 2,7% para 8,3%.

“A geração distribuída é uma vocação da fonte de energia solar e a eólica tem uma vocação de grande escala, porque as turbinas são melhores que as das hidrelétricas, do ponto de vista técnico e econômico, quando encontra ventos melhores e esses ventos estão localizados, ao passo que o sol está distribuído”, afirma a presidente da Abeeólica.

Nos últimos anos no Brasil as fontes renováveis de energia alcançaram uma demanda de 46,1 de participação na Matriz Energética. As fontes de energia renováveis, incluem a energia solar, eólica e biomassa e hidráulica. O indicador brasileiro representa três vezes o mundial.

Chegou a 294 milhões a demanda total de energia, mostrando crescimento de 1,4% sobre 2018. A energia solar cresceu 92% e a eólica 15,5%. Somadas, ambas contribuíram com 50% do aumento da participação das renováveis na matriz.

Cresceu em 3%, em 2019 quando comparado ao ano anterior, a geração de energia das usinas térmicas movidas à biomassa. Ao todo o Brasil produziu 3.108,6 MW médios através da biomassa, superando o resultado de 3.007,1 MW médios de 2018. Os números foram divulgados pela Câmara de Comércio de Energia Elétrica (CCEE).

Tal crescimento decorre principalmente da ampliação do número de empreendimentos dedicados à produção de energia a partir da biomassa, sendo 295 usinas contabilizadas em dezembro de 2019.

Na análise regional, o estado de São Paulo é o maior produtor de energia pela fonte, alcançando 1.391 MW médios no período, crescimento de 5%. A região possui 41% da capacidade instalada das usinas do tipo no país. Mato Grosso do Sul aparece em segundo lugar com 514,9 MW médios, e Minas Gerais, com 390,4 MW médios. Completando a lista dos maiores geradores de biomassa no ano de 2019.

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