Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Energia Renovável

Grupo Boticário atinge marca de 100% de energia renovável em suas fábricas

Utilizando fontes variadas, como pequenas centrais hidrelétricas, placas solares, pás eólicas e queima de biomassa, a companhia informou que a aquisição de energia limpa já chega a ordem de 3.000 MWh/mês

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Grupo Boticário atinge marca de 100% de energia renovável em suas fábricas

O Grupo Boticário anunciou este mês uma novidade na relação entre a empresa e a proteção ao meio ambiente: a partir de agora, todas as fábricas da marca passarão a operar com 100% de energia renovável. Utilizando fontes variadas, como pequenas centrais hidrelétricas, placas solares, pás eólicas e queima de biomassa, a companhia informou que a aquisição de energia limpa já chega a ordem de 3.000 MWh/mês.

Além da mudança, o Boticário iniciou um novo sistema de produção capaz de diminuir em 70% o consumo de energia elétrica na fabricação dos cremes e loções hidratantes da marca. O custo das matérias-primas também foi abatido em 10%, assim como o custo de transformação do produto, que reduziu 15%.

De acordo com a empresa, as novas medidas fazem parte de um conjunto de iniciativas em prol da sustentabilidade. “Sem um planeta saudável, os negócios não prosperam e a sociedade adoece. A crise climática é um problema atual e vem se agravando abruptamente na última década. É uma situação que, apesar de parecer distante para alguns de nós, traz impactos sociais, econômicos e ambientais imediatos”, analisa Miguel Krigsner, fundador e presidente do Conselho do Grupo Boticário.

Uma das preocupações da companhia sobre o tema foi em relação à quantidade de água usada nas operações. Com a meta de reduzir em 60% o consumo hídrico até 2025, a marca idealizou o movimento Viva Água, que mobiliza as empresas, os produtores rurais e o poder público da região metropolitana de Curitiba (onde se localiza a fábrica de Camaçari) para incentivar o impacto socioambiental positivo, a conservação da natureza e a recuperação de áreas degradadas.

“Estamos reduzindo a captação, ampliando o reuso e diminuindo o consumo relativo por unidade produzida. Na fábrica de São José dos Pinhais (PR), a totalidade da água potável nova vem do sistema público de abastecimento, enquanto nos centros de distribuição e na fábrica de Camaçari ela é originária de um sistema de poços artesianos”, explica o vice-presidente de operações do Grupo Boticário, Sergio Sampaio.

Outra ação da agenda de sustentabilidade é o programa de reciclagem de embalagens, que existe desde 2006 e hoje emprega mais de mil cooperados parceiros que recebem a renda dos itens reciclados. De acordo com o grupo, essa e outras iniciativas devem ser atualizadas à medida que novas tendências surgem no mercado.

“A expansão de iniciativas voltadas à produção de energia limpa e renovável é extremamente importante para os negócios, para o planeta e para a saúde e bem-estar da população. A sociedade como um todo precisa se conscientizar que o uso de combustíveis fósseis é muito danoso ao meio ambiente e ao futuro da nossa sociedade. Além de ser um recurso finito, traz impactos climáticos que infelizmente temos acompanhado frequentemente, como grandes enchentes e longos períodos de estiagem”, afirma o gerente de economia da biodiversidade da marca, André Ferretti.

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