De acordo com o plano, refinarias de petróleo serão obrigadas a adicionar 20,82 bilhões de galões de biocombustíveis ao seu combustível em 2023
Agência dos EUA propõe expandir política de biocombustíveis

O governo Joe Biden divulgou nesta quinta-feira (1°) uma proposta de três anos para expandir a política de biocombustíveis dos Estados Unidos com mandatos de maior volume e – pela primeira vez – incluir um caminho para os fabricantes de veículos elétricos gerarem créditos lucrativos.
De acordo com o plano, anunciado pela Agência de Proteção Ambiental (EPA), as refinarias de petróleo serão obrigadas a adicionar 20,82 bilhões de galões de biocombustíveis ao seu combustível em 2023, 21,87 bilhões de galões em 2024 e 22,68 bilhões de galões em 2025.
Esses volumes incluirão mais de 15 bilhões de galões por ano de biocombustíveis convencionais, como etanol à base de milho, com o restante composto por combustíveis avançados, como os feitos de biomassa, gorduras animais ou metano de fazendas leiteiras e aterros sanitários.
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O governo norte-americano estima que as emissões de gases de efeito estufa do ciclo de vida dos biocombustíveis podem ser mais de 40% menores do que a gasolina pura, o que significa que adicioná-los à mistura de combustíveis pode ajudar no combate às mudanças climáticas.





















