Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,73 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,29 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,21 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,90 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,81 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,65 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,48 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,66 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 172,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 169,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 188,40 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 193,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 162,57 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,79 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.313,87 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.174,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 187,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 163,91 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,44 / cx

Produção agrícola foi planejada para preços mais altos

A surpresa com a intensidade da queda das cotações das commodities abre espaço para que os agricultores trabalhem “de forma defensiva”.

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Redação (13/08/2008)- A acentuada baixa do preço das commodities "vem num momento delicado", afirma Cesário Ramalho, presidente da Sociedade Rural Brasileira, ao se referir à proximidade do plantio da nova safra de verão. "Se esse recuo persistir, arrisca inviabilizar a agricultura", diz.

Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a safra 2007/08 chegou ao recorde de 143,7 milhões de toneladas, 9,1% maior em relação à temporada anterior. A meta do governo é que a próximo ano agrícola alcance 150 milhões de toneladas, aumento de 4,4%.

Para Carlo Lovatelli, presidente da Abag (Associação Brasileira de Agribusiness) e diretor do grupo Bunge, o recuo das cotações é pontual. Mesmo que as cotações não retomem os patamares recordes de alguns meses atrás, tendem a permanecer elevadas. Os preços subiram muito depressa e agora há um ajuste, avalia.

A surpresa com a intensidade da queda das cotações das commodities abre espaço para que os agricultores trabalhem "de forma defensiva", embora os fundamentos do mercado ainda sejam altistas -os estoques permanecem baixos apesar das previsões otimistas para a safra americana. A avaliação é de César Borges de Sousa, vice-presidente do Conselho de Administração da Caramuru Alimentos.
O receio de que os preços não evoluam a contento embute o risco de que se plante menos do que o esperado e se economize em tecnologia, com aplicação de menos fertilizantes e produtos para o manejo das lavouras.

"Todo mundo falava que os preços eram firmes", diz Borges de Sousa, que também preside a Câmara de Milho e Sorgo. Agora, o recuo no preço futuro do barril do petróleo alimenta a valorização do dólar, e os fundos de investimento debandam da Bolsa de Chicago, onde buscavam refúgio em contratos agrícolas contra o derretimento da moeda norte-americana.

Proteção financeira

Para Borges de Sousa, as indústrias de alimentos têm de se proteger no mercado financeiro. A estratégia da Caramuru usa simplicidade para organizar bem o hedge. Quando compra matéria-prima de agricultores, vende contratos em Chicago. E quando vende ao cliente final, compra na Bolsa norte-americana. Sempre administrando os volumes, para evitar despesas excessivas com o pagamento de margens.

A instabilidade do preço dos grãos interfere no planejamento de outros setores. "Não é bom. Não se sabe quanto o produto vai valer em seis meses", diz Marcos Jank, presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). As projeções de exportações brasileiras de álcool aos EUA dispararam para o patamar de 5 bilhões de litros após o bushel do milho ter alcançado valor recorde próximo de US$ 8 em Chicago. O preço subiu pela perspectiva de produção menor nos EUA, com implicações na produção do biocombustível. Agora, com o bushel em torno de US$ 5 e previsão de safra maior nos EUA, o setor de agroenergia do Brasil tem de acompanhar o mercado com atenção em dobro.

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  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 67,73
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    kg
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    R$ 126,21
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,90
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    R$ 163,91
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