Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Paranaguá aproveita recesso de Itajaí para crescer em congelados

Tais cargas pelos portos paranaenses tiveram aumento de 12% no ano passado, em comparação com 2007.

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Redação (11/02/2009)- Embora boa parte do resultado se deva a transferência deste tipo de carga ao Paraná pelo Porto de Itajaí (SC), afetado pelas enchentes no final do ano passado, a idéia de criar em Paranaguá um corredor de exportação para carnes com operação semelhante ao de grãos, já começa a surtir efeito: as exportações de carne congelada.

Tais cargas pelos portos paranaenses tiveram aumento de 12% no ano passado, em comparação com 2007, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A receita gerada, no entanto, foi bem maior, com crescimento de 48%. Em 2008, as exportações de carnes congeladas renderam US$ 2,8 bilhões, enquanto que em 2007 o total foi de US$ 1,91 bilhão.

Mais investimentos
O terminal de Paranaguá e o seu porto auxiliar de Antonina possuem uma capacidade de armazenagem de 58 mil toneladas para abrigar produtos congelados. Mas investimentos recentes como o da Sadia e da Martini Meat, além de um projeto com capacidade para mais 12 mil toneladas do próprio porto, podem levar as possibilidade de armazenagem a frio para perto de 100 mil toneladas, com o que os paranaenses começam a rivalizar com os portos de Santa Catarina que possuem capacidade instalada superior a 100 mil toneladas.
 
"Corrredor de Congelados"
Desde julho passado, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), o Ministério da Agricultura e iniciativa privada, estão investindo no "Corredor de Congelados do Paraná", para oferecer logística e armazenagem aos exportadores e, assim, garantir volume de carga e interesse dos armadores em fazer escalas nos portos paranaenses. A meta é fazer com que os terminais portuários ofereçam maior capacidade para recepção, armazenagem, embarques e clientela suficiente para fazer do Paraná um dos principais polos exportadores de carne do Brasil.

O projeto da Appa prevê a construção de um terminal público de frigorificados na faixa portuária. A obra está em fase de orçamento e permitirá a maximização de produtividade, além de funcionar como moderador de preço, já que o exportador terá a opção de usar o espaço público.

Paranaguá tem vantagens competitivas como seis berços de atracação dedicados à operação de congelados – quatro em Paranaguá e dois em Antonina – , pátio de armazenagem de contêineres em zona primária com 370 mil metros quadrados, capacidade de armazenagem frigorífica para 58 mil toneladas e ramal ferroviário em zona primária, com operações diárias.

Além disso, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está instalado na zona primária do Porto de Paranaguá, agilizando os processos de inspeção e fiscalização. O único problema que atrapalha o terminal paranaense e se arrasta há quase cinco anos é seu baixo calado devido ao assoreamento constante, tanto no acesso pelo Canal da Galheta como nos berços, o que está em vias de ser solucionado.

Hoje Paranaguá opera com pouco mais de 11 metros na Galheta e nos berços há locais com menos de 10 metros, o que faz com que grandes navios não possam entrar no porto ou operem com capacidade limitada de carga e impede a operação noturna.

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