Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Produtores sugerem Simples Rural

Objetivo da CNA é ampliar transparência, facilitar acesso ao crédito e garantir aporte ao seguro.

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Redação (18/02/2009)- Os produtores rurais querem um novo modelo de crédito e política agrícola e decidiram que não ficarão esperando pelo governo. A CNA apresentou aos presidentes de federações e representantes de instituições envolvidas com o crédito proposta baseada na transparência tributária e em uma estrutura integrada de financiamento. O objetivo é evitar que, em caso de contratempos – como estiagem, ferrugem –, o setor fique endividado.

Pela proposta, uma espécie de Simples Rural seria responsável por conferir a transparência no campo, explicou o presidente da Federação de Agricultura de Goiás, José Mário Schreiner. A ideia é que os produtores passem todos à condição de pessoa jurídica – mas até lá haveria uma transição que levaria dois ou três anos. Em troca, os agricultores seriam beneficiados com a criação de faixas com diferentes percentuais de imposto, assim como acontece hoje no Simples. "Conforme aumenta o faturamento, cresce o percentual recolhido", informou. Segundo o dirigente, isso resultaria na redução da carga tributária.

A medida viria acompanhada da alteração na periodicidade do recolhimento do imposto de renda, que, de anual, passaria para quadrianual ou quinquenal. A declaração continuaria sendo feita todos os anos; o que mudaria seria o pagamento. Com isso, seria criada uma espécie de conta de débito e crédito para cada produtor. Um período maior para recolhimento favoreceria a atividade, já que os anos em que há lucro compensariam outros de prejuízo, acrescentou Schreiner.

Haveria ainda integração do sistema de financiamento, que pressupõe a criação de cadastro único dos agricultores. Assim, quando fosse procurar um banco para tomar recursos, o agente saberia exatamente quanto o cliente já obteve de empréstimo em outras instituições. Isso reduziria o risco das operações e aumentaria a capacidade do setor de acessar recursos. O resultado esperado é que a verba federal que hoje é destinada a financiamento fosse alocada para o seguro rural, deixando o crédito com os bancos.

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