Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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SC quer aumentar venda de carne suína

Retomada das exportações de Santa Catarina à Rússia deverá ocorrer dentro de três meses.

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Redação (20/03/2009) – O presidente da Coopercentral (Aurora Alimentos), Mário Lanznaster, estima um enxugamento de 30 mil a 40 mil toneladas/mês de carne suína do mercado catarinense nos próximos 90 dias, com a retomada das importações da Rússia.

O embargo russo a Santa Catarina durou 39 meses, desde a ocorrência de focos de febre aftosa no Paraná, em dezembro de 2005. "Agora estão com pressa. Concederam autonomia para o Ministério da Agricultura auditar 10 plantas para podermos exportar".

A Aurora, que vende à Rússia através da unidade de Sarandi (RS), pretende habilitar três frigoríficos em Santa Catarina. Lanznaster diz que os estoques de suínos nas agroindústrias estão 50% acima do normal. "A decisão chega num momento de sufoco, quando as empresas detêm mais de 50 mil toneladas em estoques".

A Rússia manteve o embargo, mesmo depois de o Estado obter, em 2007, o reconhecimento da Organização Internacional de Epizootias (OIE) de estado livre da doença sem vacinação. Em 2005, o país era o maior comprador da carne suína catarinense, com 250 mil toneladas. As exportações brasileiras totalizaram 400 mil toneladas.

Atualmente, a queda nas exportações é generalizada em função da crise econômica. Em 2008, as vendas para a Rússia somaram 225,79 mil toneladas, num total de US$ 741,52 milhões, queda de 18,99% em volume e 11,08% em valor, ante 2007.

O diretor executivo do Sindicato da Indústria das Carnes, Ricardo de Gouvêa, acrescenta que são boas as possibilidades de abertura de novos mercados. Os Estados Unidos dependem de aprovação comercial e a China tem contatos em evolução.

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