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Campanha tenta recuperar imagem da carne suína

Suinocultores aproveitam o Programa Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura para estimular consumo da carne.

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Depois de convencer o governo a alterar oficialmente a nomenclatura da “gripe suína” para gripe A (H1N1), os criadores de suínos começam na próxima semana uma campanha de reparação dos danos provocados pela nova doença à imagem do produto.

Os suinocultores decidiram aproveitar a segunda fase do Programa Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura para criar uma “janela de oportunidade” de estímulo ao consumo da carne. “É uma punição tecnicamente injusta, cientificamente incorreta e de grande repercussão para o país”, diz o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Rubens Valentini. A meta é levar R$ 1 bilhão em investimentos diretos às granjas e elevar o plantel em 200 mil matrizes.

Criada para aumentar em dois quilos o consumo da carne per capita até 2011, a campanha tentará usar a “exposição espontânea” do produto, mesmo associado à gripe, para modificar a percepção do consumidor. “É uma janela de oportunidade. Vamos sofrer, vai ser duro, mas temos uma plataforma que pode mudar a imagem”, afirma o diretor de Comunicação e Marketing da ABCS, Fernando Barros. “Há 300 empresas que atendem a 70 mil produtores. Podemos unir a cadeia e criar um clima de esforço de sobrevivência”.

O consumo per capita poderia passar dos atuais 13 quilos para 15 quilos, ainda longe dos 45 quilos da Europa. A campanha geraria 12 mil novos empregos diretos.

O consumo de carne suína vinha crescendo com o aumento da renda nas classes de menor poder aquisitivo. Quarto maior produtor e exportador mundial, o Brasil vende carne suína para 73 países. “Temos uma produção-modelo. Não se entra em granja nenhuma sem ter cuidados especiais”, diz Barros. “Mas temos que virar a percepção associada à criação da pocilga, dos restos de comida. E só tem um jeito: uma grande campanha de imagem”, afirma.

Nos EUA, os criadores mantêm um fundo de US$ 47 milhões anuais para essas campanhas na mídia. “De 1985 para cá, dobraram as vendas”. Barros lembra do efeito negativo da “gripe aviária” sobre as vendas de frango. O quilo do frango, cujo preço recebido pelo produtor chegava a R$ 1,60, chegou a ser vendido a R$ 1 ao consumidor.

A segunda fase da campanha “Um novo olhar sobre a carne suína” começa em parceria com a cooperativa gaúcha Cosuel, de Encantado (RS). Serão pesquisados nichos de mercado e identificados os critérios de uso do consumidor. No radar, estão as empresas que detêm a maior parte do mercado de 9,5 milhões de refeições coletivas em grandes empresas e a criação de porções industriais congeladas para bares, restaurantes e churrascarias.

Na primeira fase da campanha, em parceria com grandes redes de supermercado, a ABCS conseguiu elevar as vendas de carne suína no varejo. As vendas brutas na rede capixaba Perin, por exemplo, cresceram 239% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No Compre Bem e no Carrefour, em São Paulo, foram 170%. “E não envolvemos ofertas nem reduções de preços. Fizemos apenas com degustações dentro dos supermercados”, diz Barros. Segundo ele, uma pesquisa nacional identificou, em 2004, que 49% dos consumidores preferiam a carne suína, mas não compravam por preconceito, preço, formato, conveniência ou associação com obesidade. Mas a ABCS quer usar a crise para “fazer do limão uma limonada”.

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