Lideranças da suinocultura nacional preveem aumento do consumo interno de carne suína.
Visão otiminista
A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), juntamente com lideranças da suinocultura do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás fizeram reunião para analisar o estágio do setor. Segundo comunicado divulgado pela Associação Paranaense de Suinocultores (APS), o setor concluiu que não há carne suína e nem suínos estocados. O volume das exportações neste início de ano manteve-se crescente, com fortes possibilidades concretas de ampliação de exportações para o mercado russo. Com a queda da temperatura, o setor acredita que o consumo interno tende a aumentar.
“Considerando todos esses fatores, têm-se expectativas de que em breve ocorra aumento do preço pago pelo quilo do suíno vivo. Independente de tudo isso, as Associações continuam com seus programas de incremento no consumo de carne no mercado interno, como exemplo: projeto “Um Novo Olhar Sobre a Carne Suína”; Merenda Forte; e a Criação do Preço Mínimo de Referência, o qual é um instrumento necessário para aquisição de carne por parte do governo, e a Implantação do Programa de Escoamento da Produção”, diz a íntegra do comunicado.
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