Brasil quer vender a oleaginosa para o mercado mexicano. Proximidade com América do Norte é o maior empecilho.
Soja para o México

A política comercial no exterior que o Brasil quer empreender neste ano tem como uma de suas prioridades a venda de soja para o México. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, avalia que a proximidade dos mexicanos com os Estados Unidos e o Canadá ainda é o maior empecilho. Há resistência dos produtores locais que preferem manter os parceiros tradicionais e priorizar o mercado interno.
O México comprou 3,5 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos no ano passado. O mercado mexicano também é prioridade no setor de frutas, como maçã, uva e manga. Os maiores mercados para frutas a serem expandidos serão Arábia Saudita, Hong Kong, Japão, Rússia, Estados Unidos, Canadá e Hong Kong.
No segmento de carne bovina, o Brasil quer avançar em Taiwan, na Malásia, Indonésia e Colômbia. Houve expansão no ano passado das vendas dessa área para Argélia (inclusive produtos lácteos), Chile, Uruguai e Tunísia.
Leia também no Agrimídia:
- •Alimentos devem seguir acima da inflação geral em 2027, aponta Focus
- •Mercado brasileiro recebeu 22,3% menos fertilizantes em julho do que em 2025
- •Renegociação de dívidas rurais: MP 1.376/26 atinge R$ 3,6 bilhões
- •Brasil garante pré-acordo com o Marrocos para compra de 3,8 milhões de toneladas de fertilizantes
O trabalho de expansão comercial do Brasil abriu mercados no ano passado para a carne suína na Rússia, Argentina, nas Filipinas e no Vietnã. No segmento de carnes brancas, o país passou a vender de forma mais expressiva em 2009 para China e África do Sul.























