Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Exportação

Frango à Argélia

Brasil e Argélia destravam comércio de frango termoprocessados. Certificação está em vigência desde 2008.

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Frango à Argélia

As exportações brasileiras de produtos de frango termoprocessados (cozidos) para Argélia devem deslanchar nos próximos meses. Representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e empresas participaram, nesta quinta-feira (16/9), em Argel, de uma audiência na Divisão de Serviços Veterinários do Ministério da Agricultura do país árabe para solucionar um impasse burocrático que impedia os embarques.

De acordo com o gerente das Relações com o Mercado da Ubabef, Adriano Zerbini, as autoridades brasileiras fizeram uma interpretação demasiadamente restrita, diferente das autoridades argelinas, no que se refere à habilitação de frigoríficos para exportações à Argélia.

“O governo brasileiro afirmava que só poderia liberar a exportação após a inspeção e aprovação da unidade produtora pelas autoridades argelinas, que, por sua vez, respondiam que não fariam a inspeção, pois entendiam que as unidades produtoras certificadas pelo governo brasileiro para a lista geral [de frigoríficos aprovados pelo Mapa para exportação] estariam automaticamente habilitadas”, explicou Zerbini.

Segundo ele, a embaixada brasileira em Argel enviou comunicado para oficializar e esclarecer o impasse e para que o governo argelino solicite formalmente a lista de empresas habilitadas pelo Mapa e que produzem nos moldes do abate halal. “O Ministério das Relações Exteriores da Argélia fará também um documento para oficializar o impasse burocrático que impedia as exportações”, destacou.

O secretario geral da Câmara de Comercio Árabe Brasileira, Michel Alaby, acompanhou a reunião e disse que “já existe uma certificação aprovada desde 2002, que está em vigência desde 2008, mas ainda há uma pendência para exportação, que é a questão da aprovação da lista dos abatedouros brasileiros”. “Depois dessa reunião, acredito que o Brasil poderá finalmente começar a avançar nas exportações de frango processado para a Argélia”, afirmou Alaby.

Ele acrescentou que a Argélia vai licitar a operação de três abatedouros para processar carne de boi e ovina com capacidade para 40 mil toneladas por ano. Os representantes do ministério pediram também algum intercâmbio de informações cientificas no âmbito veterinário e nas áreas avícola e bovina.

“Eles querem troca de informações referentes a produtos animais, com relação à questão sanitária, e colaboração técnica entre laboratórios brasileiros e argelinos na área veterinária. E ainda uma maior participação de especialistas em seminários, fóruns, no que tange a questão sanitária e a produção animal”, concluiu Alaby.

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