Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,53 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,70 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,83 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,10 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,57 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 171,97 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 185,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 193,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,59 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,08 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.098,73 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,82 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 163,52 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx
P&D

Classificação de grãos

Mapa desenvolve projeto inédito no Porto de Paranaguá (PR) que deve acompanhar técnicas usadas na exportação de milho, soja e farelo.

O Porto de Paranaguá foi escolhido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para participar de um projeto piloto de classificação de grãos. O terminal paranaense é o primeiro do Brasil a receber a ação de supervisão e acompanhamento das técnicas usadas pelas empresas e armazéns portuários que exportam milho, soja e farelo. Um grupo de fiscais, formado por servidores de diferentes portos do país, esteve em Paranaguá na última sexta-feira (8-10) para conhecer os processos utilizados.

A escolha do porto paranaense, que servirá de modelo aos demais terminais brasileiros, foi baseada na eficiência do complexo graneleiro do Estado. Em agosto, mês em que o Porto de Paranaguá alcançou recorde histórico de movimentação, foram comercializadas mais de 2,1 milhões de toneladas de graneis pelo terminal. “Além de um enorme volume de grãos movimentados, Paranaguá tem especialização na exportação deste tipo carga”, explica André Bispo, coordenador de fiscalização e classificação de vegetais do Mapa.

A equipe visita empresas que atuam junto ao Ministério e acompanha as medidas adotadas por elas para o recebimento e armazenagem das cargas. “Fizemos uma visita anterior, em março deste ano, e devemos realizar uma próxima ainda em 2010. Levantamos as técnicas de classificação da carga na chegada às empresas, para a garantia de qualidade. Nossa estimativa é que o projeto chegue aos demais terminais do país já no inicio de 2011”, adiantou Bispo.

DIFERENCIAL – Um dos destaques do modelo paranaense é o corredor de exportação em sistema de pool, único no Brasil. Oito empresas, incluindo o silo público, têm seus armazéns ligados ao Porto de Paranaguá através de seis correias e esteiras rolantes que vão até a faixa portuária e desembocam em seis carregadores de navios (shiploaders). A carga pode ser embarcada simultaneamente nos três berços de atracação exclusivos para granéis, o que garante agilidade nas operações.

O sistema permite, ainda, que um mesmo navio receba mercadoria de diferentes produtores – inclusive dos pequenos. De acordo com o superintendente dos Portos do Paraná, Mario Lobo Filho, esta característica faz com que a classificação dos grãos tenha uma importância ainda maior. “Como o mesmo importador recebe carga de vários exportadores, é necessário que toda a carga tenha padrão de qualidade internacional”, ressalta ele.

A parceria com Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) é outro diferencial do porto de Paranaguá. “Até 2003, as classificações eram feitas nas ruas de acesso ao porto, no meio do trajeto dos caminhões. Hoje, a Claspar tem um espaço no Pátio de Triagem, conta com estrutura adequada, moderna e eficiente, com equipamentos de alta tecnologia. As fraudes são tratadas com a abertura de inquéritos e a fiscalização é rigorosa”, conta o superintendente.

Todos os caminhões e trens carregados com soja, milho, sorgo, trigo, farelos e óleo de soja — refinado e degomado — que chegam a Paranaguá são vistoriados pela Claspar. Os técnicos avaliam o grau de impureza e, quando não há problemas, atestam que o produto segue os padrões de qualidade exigidos para exportação.

Assuntos Relacionados
exportaçãoMAPAmilhosoja
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,53
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 120,70
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 126,83
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,10
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,90
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,59
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,51
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,73
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 166,57
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 171,97
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 185,09
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 193,96
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 159,04
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 177,59
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,26
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,31
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.178,08
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.098,73
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 181,82
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 163,52
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 150,92
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 167,05
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341