Inflação foi puxada por alimentos e subiu mais em São Paulo, aponta FGV. Habitação também pressiona o índice.
Alimentos puxam IPC-S

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) diminuiu em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na pesquisa relativa a 15 de outubro. Conforme dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, a taxa mais elevada foi verificada em São Paulo – capital com maior peso na formação do índice -, onde os preços subiram 1,01%, depois de terem registrado alta de 0,98% no levantamento anterior.
As outras capitais com elevação mais intensa nos preços foram Salvador (de 0,37% para 0,49%) e Porto Alegre (de 0,17% para 0,39%). Os preços subiram com menos vigor em Brasília (de 0,36% para 0,26%), Belo Horizonte (de 0,42% para 0,33%), Recife (de 0,29% para 0,11%) e no Rio de Janeiro (de 0,55% para 0,45%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, também mostrou que a inflação voltou a subir na cidade. Na segunda prévia de outubro, o índice atingiu 0,96% ante 0,76% na primeira medição do mês. Os sete grupos de despesas pesquisados apresentaram aumentos em velocidade superior à da apuração passada, com destaque para os itens alimentícios, com alta 2,79%, na sexta elevação consecutiva, bem acima da variação anterior (2,24%).
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A segunda maior pressão inflacionária foi constatada em habitação, cuja taxa passou de 0,40% para 0,44%, o que representou 15,03% da elevação do IPC. Em transportes, a taxa aumentou de 0,24% para 0,51%, mas teve menor contribuição na formação do IPC (8,57%). O grupo despesas pessoais atingiu 0,46% ante 0,44%. Em saúde, o índice aumentou de 0,19% para 0,30%; em vestuário, de 0,31% para 0,42%; e em educação, de 0,06% para 0,07%.























