Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Rumos da bolsa de Chicago

Depois de US$ 13 por bushel, soja ainda tem fôlego para continuar subindo? Leia a informação da Agência Rural.

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Rumos da bolsa de Chicago

A primeira quinzena de novembro marcou a passagem das cotações da soja por US$ 13 por bushel, patamar que não se via na Bolsa de Chicago desde junho de 2008. O salto da oleaginosa, que há pouco mais de um mês era negociada a US$ 10,65, foi provocado pela combinação das reduções nas estimativas de safra e de estoques finais dos EUA com as dúvidas em relação ao futuro das lavouras sul-americanas em ano de La Niña, fenômeno que costuma resultar em um regime de chuvas mais modesto na porção meridional na América do Sul.

Agora, a principal pergunta do mercado diz respeito à capacidade das cotações continuarem subindo. A resposta, claro, vai depender da evolução do cenário descrito acima, mas também deve sofrer muita influência dos acontecimentos dos mercados externos, principalmente o de câmbio, e da briga por área no próximo plantio norte-americano. De um lado, fica o temor de uma forte reação do dólar, com a consequente fuga de ativos mais arriscados como as commodities; de outro, vem o potencial suporte de uma disputa que envolve outra cultura, o milho, que também precisa trabalhar com preços mais altos para racionar a demanda e atrair plantio na safra 2011/12 nos EUA.

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