Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Economia

Fusão e aquisição superam US$ 2,2 trilhões

Movimento aumentou pela primeira vez desde 2007, marcando o início de um novo ciclo.

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As fusões e aquisições aumentaram pela primeira vez desde 2007, marcando o início de um novo ciclo de forte atividade para esses negócios, com as economias emergentes representando uma parcela significativa dos acordos globalmente.

Dados da Thomson Reuters mostram que as fusões e aquisições cresceram perto de um quinto este ano, para US$ 2,25 trilhões em todo o mundo.

Os números preliminares indicam que os países emergentes responderam por um recorde de 17% do total das transações de fusões e aquisições, com destaque para o setor de energia.

O próximo ano pode ser ainda mais agitado. Executivos, banqueiros, grandes investidores e analistas estão entre os que esperam mais atividade em 2011.

Crédito barato, recorde de dinheiro em caixa, necessidade de buscar um crescimento acelerado e reação positiva dos mercados a muitos acordos de fusões e aquisições em 2010 devem incentivar as companhias a fecharem mais negócios.

“Sentimos que os volumes de fusões e aquisições vão subir no ano que vem, certamente haverá mais atividade entre fronteiras do que nunca, e a Ásia – de novo – será a principal parte da equação”, disse o chairman da divisão internacional de fusões e aquisições do Morgan Stanley, Scott Matlock.

O Deutsche Bank, quinto maior assessor de fusões, disse que 2011 deve exceder 2010.

“Há mais confiança, há ampla liquidez, os custos de financiamento estão atrativos e há muito trabalho nas empresas para identificar oportunidades de crescimento”, afirmou o chefe global de fusões e aquisições do Deutsche, Henrik Aslaksen. “A fila de negócios é muito ampla. Não está confinada a um ou dois setores.”

Executivos de alto escalão esperam US$ 3 trilhões em fusões e aquisições no ano que vem, mostrou pesquisa recente da Thomson Reuters/Freeman.

O otimismo ocorre apesar de um quarto trimestre em desaceleração e de grandes acordos que acabaram não saindo: duas tentativas de compra da BHP Billiton, uma no Canadá e outra na Austrália, entraram em colapso e teriam um volume financeiro de US$ 100 bilhões.

O chefe global de fusões e aquisições do Bank of America Merrill Lynch, Jeffrey Kaplan, disse que ainda é desafiador chegar a um acordo apesar do bom momento para 2011 tanto no mercado corporativo como na atividade de private equity.

Com o ano praticamente encerrado, o Morgan Stanley está perdendo para o arquirrival Goldman Sachs entre os bancos que mais assessoraram fusões e aquisições, após ter assumido a liderança no ano passado pela primeira vez em 13 anos.

O Goldman Sachs – cujo chefe da área de fusões e aquisições é Gordon Dyal – prestou assessoria financeira para US$ 513,1 bilhões em acordos durante este ano, em relação aos US$ 499,5 bilhões do Morgan Stanley.

Os países emergentes fecharam transações numa cifra recorde de US$ 378 bilhões em 2010, enquanto os países desenvolvidos foram mais vagarosos.

No geral, a atividade global de fusões e aquisições cresceu 19% este ano. Nos Estados Unidos, o aumento ficou em 11%, enquanto na Europa – afetada pela crise fiscal em alguns países da zona do euro – a alta foi de 5%.

O chefe de fusões e aquisições do Citigroupna Ásia-Pacífico, Colin Banfield, disse que o câmbio está ajudando companhias da região, que têm planos de crescimento mais ambiciosos e estão contemplando acordos maiores.

O setor de energia foi o mais ativo em fusões e aquisições neste ano, com um crescimento de cerca de 40% das operações anunciadas, totalizando US$ 482 bilhões globalmente, seguido pelos setores financeiro e de materiais básicos.

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