Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Avicultura

Nova Câmara da Avicultura no RS

Governo gaúcho vai instalar a Câmara Setorial que debaterá todas as demandas do setor avícola dentro do Estado.

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Nova Câmara da Avicultura no RS

O governador Tarso Genro recebeu nesta segunda-feira (4), durante almoço realizado no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, representantes da cadeia produtiva da avicultura. Tarso anunciou que a Secretaria da Agricultura instalará, no próximo dia 12, a Câmara Setorial que debaterá todas as demandas do setor.

De acordo com o secretário em exercício da Agricultura, Claudio Fioreze, a Câmara foi criada, em 1995, mas nunca funcionou de fato. O almoço foi organizado para que o Governo do Estado pudesse iniciar um diálogo mais aprofundado com os avicultores.

“Esta prática, de reunir periodicamente segmentos da sociedade gaúcha, nos permite estreitar relações e inaugurar um diálogo produtivo e franco na defesa dos interesses do Estado”, justificou o governador.

Ao detalhar os acertos que vêm sendo realizados junto ao Governo Federal e aos outros Estados para equacionar a guerra fiscal, Tarso Genro afirmou que os encaminhamentos resultantes dos debates da Câmara Setorial devem servir de diretrizes para orientar a ação do governo gaúcho.

Liderados pela União Brasileira de Avicultura (Ubabef), representada pelo presidente da entidade, Francisco Turra, os avicultores apresentaram um quadro com os principais números do setor e encaminharam solicitações. Entre elas, as principais são a necessidade de aumentar a produção de milho no Estado e soluções para a guerra fiscal entre os Estados brasileiros que, segundo eles, deixam os produtos gaúchos mais competitivos no mercado internacional do que no mercado interno.

De acordo com Turra, no ano passado, a avicultura, setor responsável por 4,5 milhões de empregos diretos e indiretos no País, foi responsável por exportações que totalizaram US$ 7,4 bilhões.

“Somente no Rio Grande do Sul temos dez mil famílias produzindo aves de forma integrada, o que engloba cerca de 40 mil pessoas”, disse para exemplificar a importância econômica e social do segmento.

Já o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor Freiberger, afirmou que se medidas não forem tomadas, o Rio Grande do Sul, que já foi o maior produtor nacional, hoje está em terceiro e corre o risco de continuar caindo.

“Não podemos, por exemplo, continuar na dependência de importarmos 1,5 milhão de toneladas, o que encarece a produção, sem falar na evasão de cerca de R$ 70 milhões do Estado”, explicou.

O secretário Claudio Fioreze explicou que os temas serão aprofundados na Câmara Setorial, mas que o Governo do Estado já vem trabalhando em algumas das questões levantadas. Citou, como exemplo, os estudos realizados nos últimos meses, que garantem a possibilidade do arroz ser usado na alimentação de aves, sem prejuízo nutricional.

“Resolveríamos duas questões com a implementação desta medida, que ainda depende de solução de algumas outras questões, como a tributária. Estaríamos, de um lado, contribuindo para a retirada de parte da grande superprodução do mercado, possibilitando a elevação do preço do arroz. E, de outro, diminuindo a nossa dependência em relação ao milho de outros Estados”, justificou Fioreze.

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