Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,33 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,37 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,72 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,62 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,90 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,90 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.272,01 / t
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Exportação

Superávit de US$ 880 milhões

Terceira semana de julho registra superávit de US$ 880 milhões. Média de US$ 176 milhões por dia útil, segundo o MDIC.

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Superávit de US$ 880 milhões

Na terceira semana de julho (11 a 17), com cinco dias úteis, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 9,910 bilhões, com média diária de US$ 1,982 bilhão. Houve superávit, no período, de US$ 880 milhões, com média de US$ 176 milhões por dia útil.

As vendas brasileiras ao mercado externo foram de US$ 5,395 bilhões (média diária de US$ 1,079 bilhão). A média das exportações da terceira semana foi 6,3% inferior à média até a 2ª semana (US$ 1,151 bilhão). Houve retração nas exportações das três categorias de produtos.

Entre os básicos (-4,6%), a queda foi em razão de minério de ferro, soja em grão, carne de frango e bovina, e fumo em folhas. Nos manufaturados (-6,1%), a redução foi, principalmente, nos óleos combustíveis, autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos e partes de motores para veículos. Entre os semimanufaturados (-8,7%), a retração maior foi registrada para açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, celulose, óleo de soja em bruto e couros e peles.

As aquisições no exterior, na terceira semana de julho, foram de US$ 4,515 bilhões (média de US$ 903 milhões). Houve aumento de 7,6%, no comparativo com a média até a segunda semana de julho (US$ 839 milhões). Cresceram os gastos com combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, adubos e fertilizantes, siderúrgicos e plásticos e obras.

Mês

As exportações, no acumulado de julho, com 11 dias úteis (1º a 17), foram de US$ 12,3 bilhões, com média diária de US$ 1,118 bilhão. Por este comparativo, o número é 39,2% superior à média de US$ 803,3 milhões do mês de julho de 2010. Aumentaram as vendas nas três categorias de produtos.

Os principais produtos básicos (53,6%) vendidos foram petróleo em bruto, minério de cobre, minério de ferro, soja em grão, café em grão, carne de frango e fumo em folhas. Nos semimanufaturados (39,2%), houve maior aumento de catodos de cobre, alumínio em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, celulose, e couros e peles. Entre os manufaturados (21,9%), houve expansão nos embarques de óxidos e hidróxidos de alumínio, hidrocarbonetos, óleos combustíveis, polímeros plásticos, etanol, açúcar refinado, veículos de carga, e autopeças.

Já em relação à média de junho deste ano (US$ 1,128 bilhão), houve retração de 0,9%. Caíram as vendas de produtos manufaturados (-11,6%), enquanto cresceram as exportações de básicos (6,5%) e semimanufaturados (3,5%).

Nas três primeiras semanas do mês, as importações chegaram a US$ 9,549 bilhões, com um resultado médio diário de US$ 868,1 milhões. A média é 17% maior que a de julho do ano passado (US$ 742,2 milhões), com aumento nos gastos de adubos e fertilizantes (64,2%), veículos automóveis e partes (35,4%), plásticos e obras (34,8%), borracha e obras (24,6%), aparelhos eletroeletrônicos (24%), farmacêuticos (13,4%) e equipamentos mecânicos (13,3%).

Na comparação com o resultado médio de junho de 2011 (US$ 917,2 milhões), os gastos no mercado externo registraram diminuição de 5,4%. Foram reduzidas as compras de combustíveis e lubrificantes (-33,3%), farmacêuticos (-20,4%) e instrumentos de ótica e precisão (-3,9%).

No mês, o saldo da balança comercial é positivo em US$ 2,751 bilhões, com média diária de US$ 250,1 milhões. No comparativo com as médias de outros meses, o valor é 309,4% maior que o registrado em julho de 2010 (US$ 61,1 milhões) e 18,6% superior ao de junho último (US$ 210,8 milhões).

A corrente de comércio em julho já soma US$ 21,849 bilhões, com média diária de US$ 1,986 bilhão. Neste resultado, houve crescimento de 28,5% em relação à média de julho de 2010 (US$ 1,545 bilhão) e queda de 2,9% na comparação com junho passado (média de US$ 2,045 bilhões).

Acumulado do Ano

De janeiro até a terceira semana de julho, o superávit da balança comercial chega a US$ 15,717 bilhões (média diária de US$ 116,4 milhões). O resultado é 70,4% maior que o verificado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 68,3 milhões). Nos 135 dias úteis de 2011, a corrente de comércio somou US$ 245,489 bilhões (média diária de US$ 1,818 bilhão), com aumento de 30% sobre a média do mesmo período do ano passado (US$ 1,399 bilhão).

No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 130,603 bilhões (média diária de US$ 967,4 milhões), resultado 31,8% acima do verificado no mesmo período de 2010, que teve média diária de US$ 733,8 milhões. O resultado anual acumulado das importações também está 27,9% maior em relação ao ano passado (média diária de US$ 665,5 milhões). No ano, as importações chegam a US$ 114,886 bilhões (média diária de US$ 851 milhões).

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