Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Nutrição Animal

Ração muito cara

Pecuária brasileira sofre com os altos custos da alimentação, enquanto o preço dos frangos e suínos segue pouco valorizado.

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Ração muito cara

Com a alta nos preços das commodities agrícolas no mercado internacional, o custo de produção da pecuária brasileira registrou altas consideráveis nesse primeiro semestre do ano. De julho do ano passado até o mesmo mês deste ano, a ração de frango aumentou 34%, e dos suínos 27%. Para os bovinos o cenário não é tão assustador, já que a alimentação não subiu tanto quanto os preços de venda dos ruminantes. O uso de arroz e sorgo na alimentação dos animais pode ser uma saída momentânea para minimizar os custos de produção.

Com a estimativa de que a demanda por ração animal cresça 5% esse ano, passando de 63 milhões de toneladas no ano passado, para 64 milhões de toneladas esse ano, o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), prevê um ano difícil para os pecuaristas do País.

Segundo o vice-presidente da entidade, Ariovaldo Zani, com a valorização das carnes no ano passado, puxadas pela alta dos bovinos, os criadores brasileiros, principalmente de gado de corte tiveram a chance de se capitalizar, já que os preços do milho e do farelo de soja estavam mais baratos que hoje. “No ano passado o produtor de boi teve a obrigação de se capitalizar, porque a arroba atingiu uma valorização histórica e estratosférica, em boa parte do ano principalmente no primeiro semestre foi muito positivo para a produção pecuária, porque o custo dos principais ingredientes para alimentação estava mais barato”, contou Zani ao DCI.

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