Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Código Florestal

Novela do Código Florestal

Texto do senador Luiz Henrique para Código Florestal é rechaçado por ambientalistas. Para eles, texto ainda é ruim.

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Novela do Código Florestal

A nova versão do Código Florestal proposta pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC) divide o texto aprovado na Câmara dos Deputados em duas partes – a permanente, para regular o direito ambiental para o futuro, e a transitória, que busca regularizar o que foi ilegalmente feito nas propriedades rurais até 22 de julho de 2008.

O projeto, negociado com o governo, inclui um parágrafo no artigo 8º deixando claro que “não haverá, em qualquer hipótese, nenhum direito à regularização de futuras intervenções ou supressões de vegetação nativa, além dos previstos nesta lei”. A proposta torna os manguezais como bem a ser protegido nas áreas permanentes e propõe que o governo apresente, em 180 dias, um Programa de Incentivo à Preservação e Recuperação do Meio Ambiente.

O pemedebista apresentou ontem seu parecer em reunião conjunta das comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Os senadores pediram vista coletiva (tempo para analisar a proposta) e a votação nas duas comissões ficou marcada para o dia 8 de novembro. Poderão apresentar emenda até o dia 1º.

Para Mário Mantovani, da SOS Mata Atlântica, Luiz Henrique “não mudou nada substantivo em relação ao projeto da Câmara e continua ruim”. Um dos questionamentos de ambientalistas é a data para a consolidação dos desmatamentos: 2008.

O relatório é o primeiro do Senado que analisa o mérito da reforma do Código Florestal. Antes da votação em plenário, a proposta ainda será analisada pela Comissão do Meio Ambiente (CMA), cujo relator será Jorge Viana (PT-AC). Ele está trabalhando em parceria com Luiz Henrique, mas afirmou ontem que ainda há vários aperfeiçoamentos a fazer no texto. Entre outras coisas, ele pretende dar tratamento diferenciado para a agricultura familiar e o pequeno produtor.

Nas disposições transitórias, Luiz Henrique mantém os Programas de Regularização Ambiental para resolver o passivo ambiental, que terão normas gerais definidas pela União e específicas, pelos Estados e Distrito Federal. Quem estiver em situação irregular quanto à área de preservação permanente e reserva legal poderá aderir ao PRA, com o compromisso de recomposição das áreas desmatadas irregularmente. Serão suspensas sanções a infrações cometidas antes de 22 de julho de 2008.

O substitutivo mantém autorização à continuidade de atividades agrossilvopastoris, ecoturismo e turismo rural em APPs consolidadas até 22 de julho de 2008, como previsto pela Câmara. Luiz Henrique inseriu o conceito de manguezal entre os bens ambientais a serem protegidos, abrangendo apicuns e salgados. Nas disposições finais, o pemedebista colocou artigo prevendo que a União, Estados e o Distrito Federal elaborem em conjunto o Inventário Florestal Nacional, “para subsidiar a análise da existência qualidade das florestas do país, em imóveis privadas e terras públicas”.

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