Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Código Florestal

Novela do Código Florestal

Texto do senador Luiz Henrique para Código Florestal é rechaçado por ambientalistas. Para eles, texto ainda é ruim.

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Novela do Código Florestal

A nova versão do Código Florestal proposta pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC) divide o texto aprovado na Câmara dos Deputados em duas partes – a permanente, para regular o direito ambiental para o futuro, e a transitória, que busca regularizar o que foi ilegalmente feito nas propriedades rurais até 22 de julho de 2008.

O projeto, negociado com o governo, inclui um parágrafo no artigo 8º deixando claro que “não haverá, em qualquer hipótese, nenhum direito à regularização de futuras intervenções ou supressões de vegetação nativa, além dos previstos nesta lei”. A proposta torna os manguezais como bem a ser protegido nas áreas permanentes e propõe que o governo apresente, em 180 dias, um Programa de Incentivo à Preservação e Recuperação do Meio Ambiente.

O pemedebista apresentou ontem seu parecer em reunião conjunta das comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. Os senadores pediram vista coletiva (tempo para analisar a proposta) e a votação nas duas comissões ficou marcada para o dia 8 de novembro. Poderão apresentar emenda até o dia 1º.

Para Mário Mantovani, da SOS Mata Atlântica, Luiz Henrique “não mudou nada substantivo em relação ao projeto da Câmara e continua ruim”. Um dos questionamentos de ambientalistas é a data para a consolidação dos desmatamentos: 2008.

O relatório é o primeiro do Senado que analisa o mérito da reforma do Código Florestal. Antes da votação em plenário, a proposta ainda será analisada pela Comissão do Meio Ambiente (CMA), cujo relator será Jorge Viana (PT-AC). Ele está trabalhando em parceria com Luiz Henrique, mas afirmou ontem que ainda há vários aperfeiçoamentos a fazer no texto. Entre outras coisas, ele pretende dar tratamento diferenciado para a agricultura familiar e o pequeno produtor.

Nas disposições transitórias, Luiz Henrique mantém os Programas de Regularização Ambiental para resolver o passivo ambiental, que terão normas gerais definidas pela União e específicas, pelos Estados e Distrito Federal. Quem estiver em situação irregular quanto à área de preservação permanente e reserva legal poderá aderir ao PRA, com o compromisso de recomposição das áreas desmatadas irregularmente. Serão suspensas sanções a infrações cometidas antes de 22 de julho de 2008.

O substitutivo mantém autorização à continuidade de atividades agrossilvopastoris, ecoturismo e turismo rural em APPs consolidadas até 22 de julho de 2008, como previsto pela Câmara. Luiz Henrique inseriu o conceito de manguezal entre os bens ambientais a serem protegidos, abrangendo apicuns e salgados. Nas disposições finais, o pemedebista colocou artigo prevendo que a União, Estados e o Distrito Federal elaborem em conjunto o Inventário Florestal Nacional, “para subsidiar a análise da existência qualidade das florestas do país, em imóveis privadas e terras públicas”.

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