Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,33 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,37 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,72 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,62 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,90 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,90 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.272,01 / t
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Exportação

Superávit de US$ 282 milhões

Terceira semana de novembro registra exportações de US$ 3,824 bilhões. Corrente de comércio atingiu US$ 7,366 bilhões, segundo o MDIC.

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Superávit de US$ 282 milhões

Na terceira semana de novembro (14 a 20), com quatro dias úteis, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 7,366 bilhões, com média diária de US$ 1,841 bilhão. Houve superávit, no período, de US$ 282 milhões, com média de US$ 70,5 milhões por dia útil. As vendas brasileiras ao mercado externo foram de US$ 3,824 bilhões (média diária de US$ 956 milhões). Pela média, houve redução de 21,5% em relação ao resultado até a segunda semana (US$ 1,218 bilhão).

Neste comparativo, houve retração nas exportações das três categorias de produtos. Entre os básicos (-26,3%), as principais quedas foram em petróleo, soja em grão, carne de frango, bovina e suína, farelo de soja e algodão em bruto. Nos manufaturados (-25,6%), decresceram as vendas de automóveis de passageiros, autopeças, açúcar refinado, veículos de carga, pneumáticos e partes de motores para veículos automóveis e, entre os semimanufaturados (-3,1%), de ferro-ligas, óleo de soja em bruto, couros e peles, semimanufaturados de ferro e aço e ferro fundido.

As aquisições no exterior, na terceira semana de novembro, foram de US$ 3,542 bilhões (média de US$ 885,5 milhões). Apontou-se retração de 18,7%, sobre a média verificada até a segunda semana (US$ 1,089 bilhão), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, equipamentos eletroeletrônicos, adubos e fertilizantes e siderúrgicos. 

Mês

As exportações, no acumulado de novembro, com 12 dias úteis (1º a 20), foram de US$ 13,569 bilhões, com média diária de US$ 1,130 bilhão. Por este comparativo, o número é 27,9% superior à média de US$ 884,4 milhões do mês de novembro de 2010, com crescimento das exportações das três categorias de produtos.

Entre os básicos (44,7%), houve aumento considerável nas vendas de soja em grão, algodão em bruto, carne de frango, bovina e suína, minério de ferro, café em grão, petróleo e farelo de soja. Para os semimanufaturados (21%), os destaques foram ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, couros e peles, açúcar em bruto, celulose e ferro-ligas. Entre os manufaturados (12,1%), os produtos com maior crescimento nas exportações foram óleos combustíveis, automóveis, máquinas para terraplanagem, polímeros plásticos, partes de motores para veículos e veículos de carga.

Já em relação à média de outubro deste ano (US$ 1,107 bilhão), houve aumento de 2,1% nas exportações, com elevação nas vendas de produtos semimanufaturados (19,4%) e manufaturados (0,9%), enquanto decresceram os embarques de básicos (-1,6%).

Nas três primeiras semanas do mês, as importações chegaram a US$ 12,255 bilhões, com um resultado médio diário de US$ 1,021 bilhão. A média é 17,4% maior que a de novembro do ano passado (US$ 869,8 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com cereais e produtos de moagem (42,4%), veículos automóveis e partes (38,9%), combustíveis e lubrificantes (38,1%), adubos e fertilizantes (36,6%) e farmacêuticos (23,8%).

Na comparação com o resultado médio de outubro de 2011 (US$ 989,2 milhões), os gastos no mercado externo registraram aumento de 3,2%. Houve incrementos, principalmente, em cereais e produtos de moagem (59,2%), farmacêuticos (14,4%), veículos automóveis e partes (12,9%), adubos e fertilizantes (11,3%), siderúrgicos (6,8%) e instrumentos de ótica e precisão (6,6%).

No mês, o saldo da balança comercial é positivo em US$ 1,314 bilhão, com média diária de US$ 109,5 milhões. No comparativo com as médias de outros meses, o valor é 652,6% maior que o registrado em novembro de 2010 (US$ 14,6 milhões) e 7% inferior ao de outubro último (US$ 117,7 milhões).

A corrente de comércio em novembro já soma US$ 25,824 bilhões, com média diária de US$ 2,152 bilhões. Neste resultado, houve crescimento de 22,7% em relação à média de novembro de 2010 (US$ 1,754 bilhão) e aumento de 2,7% na comparação com outubro passado (média de US$ 2,096 bilhões).

Acumulado do Ano

De janeiro até a terceira semana de novembro, o superávit da balança comercial chega a US$ 26,702 bilhões (média diária de US$ 120,8 milhões). O resultado é 75,9% maior que o verificado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 68,7 milhões). Nos 221 dias úteis de 2011, a corrente de comércio somou US$ 424,714 bilhões (média diária de US$ 1,921 bilhão), com aumento de 26,5% sobre a média do mesmo período do ano passado (US$ 1,518 bilhão).

No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 225,708 bilhões (média diária de US$ 1,021 bilhão), resultado 28,7% acima do verificado no mesmo período de 2010, que teve média diária de US$ 793,7 milhões. O resultado anual acumulado das importações também está 24,2% maior em relação ao ano passado (média diária de US$ 725 milhões). No ano, as importações chegam a US$ 199,006 bilhões (média diária de US$ 900,5 milhões).

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