Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Exportação

Mais 2 frigoríficos aptos a vender à Rússia

A Rússia, que impõe restrições aos estabelecimentos exportadores de carnes brasileiros desde junho, deve liberar os embarques de mais duas unidades.

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Mais 2 frigoríficos aptos a vender à Rússia

A Rússia, que impõe restrições aos estabelecimentos exportadores de carnes brasileiros desde junho do ano passado, deve liberar os embarques de mais duas unidades nacionais, uma de bovinos e outra de suínos, afirmou ontem o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho. Em dezembro, quatro unidades já haviam sido liberadas pelo Serviço Federal de Fiscalização Sanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor). Ao todo, 145 plantas permanecem com restrições.

A confirmação da habilitação das duas unidades ainda não é oficial, conforme ressalvou o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadores de Carne (Abiec), Antônio Camardelli, que discutiu o tema ontem, em São Paulo, com o ministro e os presidentes da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, e da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto.

No encontro, Mendes Ribeiro apresentou aos representantes do setor de carnes um relato positivo sobre a reunião que teve no início deste mês com a ministra da Agricultura da Rússia, Yelena Skrynnik, em que ficou acertado o envio dos últimos questionários solicitados pelos russos.

Apesar do otimismo oficial, o Valor apurou junto aos representantes das indústrias de carnes, que o ministro não apresentou medidas efetivas para a questão. “Foi um encontro genérico”, disse uma fonte, citando a demora para a resolução do embargo russo, que se arrasta há mais de seis meses.

Questionado sobre a lentidão, Mendes Ribeiro reconheceu as dificuldades impostas pelos russos. “Não podemos esquecer que a Rússia está tentando fazer o seu próprio mercado, especialmente o de aves”, disse ele.

“No setor avícola, teremos novas aberturas de unidades para a Rússia. Mas elas serão em menor escala do que em bovinos e suínos, produtos que eles têm maior necessidade”, admitiu Turra, da Ubabef. “Certamente, os russos serão menos receptivos conosco, até porque eles estão fazendo um trabalho de defesa do produtor local”, reforçou o dirigente, para quem os exportadores brasileiros de aves devem depender cada vez menos deste mercado.

Além do embargo russo, o ministro também abordou as negociações para a aprovação de novas unidades aptas para exportar carnes para a China. Ao todo, seriam entre 9 e 16 plantas de abate de bovinos e 41 de aves. “Temos convicção de que as aprovações devem sair entre os próximos dois e três meses”, afirmou Turra. Para ele, os embarques de frango para os chineses devem crescer “no mínimo 50%” com as aprovações. Em 2011, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de carne de frango para o país asiático – atualmente, 21 unidades de abate de aves estão habilitadas.

O acordo com a União Europeia, que passou a gestão da lista de fazendas autorizadas a exportar carne bovina para as autoridades brasileiras, também foi tema da reunião. Atualmente, o Brasil possui 2 mil fazendas autorizadas, com um rebanho de 4,6 milhões de cabeças. Com o novo entendimento, explicou Camardelli, da Abiec, o número de propriedades credenciadas poderá chegar a 29 mil, com 26 milhões de animais.

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