Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Exportação

Paraná é o estado que registra maior volume de vendas para o exterior

Noventa e três países compram produtos de cooperativas brasileiras. Exportações em janeiro cresceram 21% em relação ao ano passado.

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Paraná é o estado que registra maior volume de vendas para o exterior

Não é de hoje que a carne de frango produzida nos frigoríficos paranaenses ganhou a mesa dos estrangeiros, só que agora, o produto está mais valorizado lá fora, principalmente entre os americanos e os europeus.

As carnes e o farelo de soja foram os responsáveis por um recorde no estado: nunca as cooperativas paranaenses venderam tanto para o exterior quanto neste começo de ano. O estado liderou as exportações brasileiras entre as cooperativas, alcançando os R$ 210 milhões só em janeiro.

No cenário tão favorável, teve até quem não exportou mais porque não quis. É o caso de uma cooperativa de Palotina, que abate 320 mil frangos por dia, e que prefere dividir em meio a meio as vendas para o exterior e para o mercado interno.

Como a situação lá fora se mostrou boa, mesmo recusando negócios, a indústria de Palotina exportou 5% a mais que a média dos últimos meses.

Se o volume exportado aumentou, o faturamento também, o que se explica pela industrialização. A Cooperativa de Cascavel, por exemplo, está investindo R$ 40 milhões em um novo moinho. Em vez de vender o trigo colhido pelos produtores, ela vai entregar a farinha pronta para o mercado. “As cooperativas têm investido nos parques industriais pesadamente e o resultado hoje são exportações não mais de produtos in natura, mas de produtos industrializados”, explica Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.

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