Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,19 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 159,28 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,55 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 154,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,22 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 158,68 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Exportação

Paraná é o estado que registra maior volume de vendas para o exterior

Noventa e três países compram produtos de cooperativas brasileiras. Exportações em janeiro cresceram 21% em relação ao ano passado.

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Paraná é o estado que registra maior volume de vendas para o exterior

Não é de hoje que a carne de frango produzida nos frigoríficos paranaenses ganhou a mesa dos estrangeiros, só que agora, o produto está mais valorizado lá fora, principalmente entre os americanos e os europeus.

As carnes e o farelo de soja foram os responsáveis por um recorde no estado: nunca as cooperativas paranaenses venderam tanto para o exterior quanto neste começo de ano. O estado liderou as exportações brasileiras entre as cooperativas, alcançando os R$ 210 milhões só em janeiro.

No cenário tão favorável, teve até quem não exportou mais porque não quis. É o caso de uma cooperativa de Palotina, que abate 320 mil frangos por dia, e que prefere dividir em meio a meio as vendas para o exterior e para o mercado interno.

Como a situação lá fora se mostrou boa, mesmo recusando negócios, a indústria de Palotina exportou 5% a mais que a média dos últimos meses.

Se o volume exportado aumentou, o faturamento também, o que se explica pela industrialização. A Cooperativa de Cascavel, por exemplo, está investindo R$ 40 milhões em um novo moinho. Em vez de vender o trigo colhido pelos produtores, ela vai entregar a farinha pronta para o mercado. “As cooperativas têm investido nos parques industriais pesadamente e o resultado hoje são exportações não mais de produtos in natura, mas de produtos industrializados”, explica Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.

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