Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Alimentos

Mercosul vai alimentar o mundo em 2050, indica estudo

Demanda mundial por milho, arroz, trigo, açúcar e soja crescerá 46% até lá.

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Mercosul vai alimentar o mundo em 2050, indica estudo

Um estudo divulgado pela consultoria Bain & Company, nesta quarta-feira (21/3), aponta que os países do Mercosul terão uma grande responsabilidade nos próximos 40 anos. O levantamento, entitulado “Agronegócio no Mercosul: transformações do pasado e promessas para o futuro” indica que o aumento da demanda global por alimentos, em 2050, será de 1,1 bilhão de toneladas e os países do bloco são os que mais têm condições aumentar a produção.
A necessidade mundial por milho, arroz, trigo, açúcar e soja deverá passar de 2,4 bilhões de toneladas, número de 2010, para cerca de 3,5 bilhões em 2050, para atender o aumento da população mundial, prevista para chegar a 8,9 bilhões de habitantes daqui a 40 anos – 2,1 bilhões de pessoas a mais do que nos dias de hoje.
“Para atender essa demanda, os países do Mercosul deverão se preparar enfrentando desafios logísticos e técnicos, além de investir no desenvolvimento de sementes e técnicas de plantio adequadas a climas secos e quentes”, diz Fernando Martins, sócio da Bain & Company.
Um ponto que reflete o aumento da produção do Mercosul é a valorização das terras agrícolas no Brasil: donos de terras cultiváveis tiveram ganhos significativos na última década . Empresas de capital doméstico e internacional têm apostado na agricultura brasileira, na valorização das terras e não somente no lucro das lavouras, abrindo espaço para o chamado fenômeno da produção agrícola corporativa.
“Resta saber se o ciclo inteiro da produção corporativa se concretizará ou se a propriedade continuará concentrada em investidores e mesmo nos fundos soberanos preocupados com a segurança alimentar de suas populações”, esclarece Fernando.

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