Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

Programa de baixo carbono do BB finalmente decola

Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 507 milhões de desembolsos nessa linha.

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Programa de baixo carbono do BB finalmente decola

Após forte campanha junto aos produtores rurais para fazer decolar o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), o Banco do Brasil (BB) atingiu a marca de R$ 507 milhões de desembolsos nessa linha entre julho de 2011 e a última segunda-feira. O ABC tem um orçamento de R$ 850 milhões no BB. Para efeito de comparação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) emprestou, até agora, apenas R$ 170 milhões dos R$ 2 bilhões disponíveis.

Criado em 2010, o ABC é considerado prioridade no BB, que busca elevar os empréstimos para incentivar a adoção de processos tecnológicos de neutralização ou redução da emissão de gases de efeito estufa, sobretudo o dióxido de carbono (CO2), no setor rural.

Até o fim de 2011, o desempenho do ABC vinha abaixo do esperado. A Diretoria de Agronegócios do BB decidiu, então, dar mais ênfase ao programa de estímulo a boas práticas agrícolas. Até dezembro passado, os desembolsos somavam apenas R$ 150 milhões no Banco do Brasil. “O programa começou devagar, mas fizemos muita divulgação para torná-lo mais amplo”, diz o vice-presidente de Agronegócios do BB, Osmar Dias. “Trabalhamos na divulgação e criamos alternativas para ampliar a gama de financiamentos. E vamos conseguir um ótimo desempenho”.

Para atingir a meta, Dias informa que o BB tem em análise uma carteira de 1.809 projetos – volume superior aos 1.690 aprovados até agora na safra atual 2011/12. Os recursos totais do ABC, até junho de 2012, somam R$ 3,15 bilhões. O programa pode ser contratado por produtores e cooperativas com limite de R$ 1 milhão por beneficiário. A taxa de juros é de 5,5% ao ano, com oito anos de carência e prazo de reembolso de até 15 anos. “O BB tem 75% a 80% de todo o ABC liberado no país, pois assumimos o programa devido a importância que ele tem”, diz Osmar Dias.

O bom desempenho do ABC reflete o ritmo de desembolsos da carteira de crédito rural do BB. Na safra atual, já foram emprestados R$ 35,6 bilhões – de julho de 2011 a março deste ano. Isso significa um crescimento de 24,5% em relação ao mesmo período da safra 2010/11, quando foram financiados R$ 28,5 bilhões. Até agora, os chamados produtores empresariais obtiveram R$ 28,3 bilhões e os agricultores familiares, R$ 7,2 bilhões.

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