Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,79 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,47 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,42 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,79 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,97 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.291,22 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 199,06 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 171,38 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
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Exportação

Argentina fixa importação de carne suína brasileira em 2,2 mil toneladas mensais

Acordo terá prazo de um ano, contando a partir deste mês, com revisão prevista em três meses.

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Argentina fixa importação de carne suína brasileira em 2,2 mil toneladas mensais

O governo da Argentina fixou em 2,2 mil toneladas por mês a cota de importação de carne suína brasileira. De acordo com a Agência Estado (AE), o país condicionou a reabertura do mercado ao cumprimento de, pelo menos, dois dos requisitos exigidos pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, à indústria argentina: que as empresas exportem o mesmo valor importado e que apresentem listas de preços praticados no mercado doméstico. Segundo a AE, o acordo terá prazo de um ano, contando a partir deste mês, com revisão prevista em três meses.

O acordo para fixar a cota havia sido antecipado pela Agência Estado na semana passada, mas não atende às necessidades dos exportadores brasileiros já que o volume liberado é inferior ao esperado e se destina a todos os países, ainda que 80% das importações argentinas do setor venham do Brasil.

O ministro de Agricultura do Brasil, Mendes Ribeiro Filho, havia negociado com o ministro argentino Norberto Yauhar uma cota de entre 3 mil a 3,5 mil toneladas por mês. Porém, Moreno só aceitou um total anual de 26,4 mil toneladas de carne in natura e toucinho. O volume representa uma redução de 20% do que a indústria importou no ano passado e não poderá incluir nenhum produto industrializado, o que prejudica os exportadores brasileiros de frios e embutidos. No que diz respeito aos produtos industrializados, Moreno permitirá a entrada de um último carregamento de 60 toneladas de presunto cru espanhol, que se encontra no porto.

Embora esteja disposto a reabrir o mercado argentino que está fechado desde fevereiro, Moreno deu um prazo de sete dias para que a indústria apresente suas listas de preços aplicadas no mercado local e o compromisso de exportação. A indústria que não cumprir o prazo e os requisitos não poderá importar.

Os representantes da indústria estão otimistas sobre a reabertura do mercado, mas se mostram preocupados sobre a viabilidade de manter o acordo com o secretário Moreno. Os fabricantes de frios e embutidos argentinos não têm produção excedente para exportação. Por isso estão procurando exportadores de vinhos, queijos e outros produtos para formar alianças.

O acordo entre os frigoríficos e produtores foi entregue ao secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, na quarta-feira da semana passada, dia 2. Porém, o funcionário solicitou a inclusão no texto de um compromisso por parte da indústria de compensar as importações com exportações no mesmo valor. Moreno também pediu que o acordo explicitasse a proibição de importar produtos terminados e carne com osso e estabelecesse a obrigatoriedade do setor de apresentar listas de preços à Secretaria.

O texto incluiu ainda a proibição de importar tripas de bovinos para estimular a produção local. O principal fornecedor de tripas para o país é o Paraguai, que será afetado pela medida. A indústria e os produtores tiveram que reduzir as diferenças para chegar a um consenso sobre o volume de importação porque os frigoríficos trabalham com 25% de sua capacidade e a produção nacional de suínos não é suficiente para atender a demanda interna.

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