Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Saúde Animal

Conheça os prejuízos causados pelo rotavírus na suinocultura

MSD Saúde Animal alerta para a importância da prevenção com vacinação.

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Conheça os prejuízos causados pelo rotavírus na suinocultura

As infecções entéricas representam importante problema sanitário e podem ocasionar prejuízos econômicos para a suinocultura em todo o mundo devido às altas taxas de morbidade e mortalidade. Uma das principais doenças é a rotavirose que provoca diarreia em leitões desde a primeira semana de vida até o pós-desmame.. Para prevenir, a MSD Saúde Animal indica programas de vacinação no período final da gestação das fêmeas para que possam melhorar a qualidade do colostro, favorecendo o controle de infecção nos leitões. 

Os principais prejuízos econômicos pela diarreia são representados pelo aumento na mortalidade de leitões, gastos adicionais com medicamentos e desinfetantes, intensificação da mão de obra e aumento no custo de produção. Além desses, há o aumento da taxa de conversão alimentar, redução no ganho de peso, desuniformidade das leitegadas, diminuição do peso ao desmame, queda na imunidade e, consequentemente, predispo­sição para a ocorrência de infecções secundárias, particularmente as respiratórias. 

Segundo o Coordenador de Assistência Técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal, César Feronato, fatores nutricionais e fisiológicos, manejo, alterações ambien­tais, imunidade do hospedeiro e agentes infecciosos podem estar envolvidos no desenvolvimento e na intensidade da diarreia. “A infecção pelo rotavírus pode acometer leitões desde a pri­meira até a sexta semana de vida. A infecção em animais neonatos (primeira semana) geralmente está associada à falha na imunidade passiva, devido à ingestão insuficiente de co­lostro ou colostro de baixa qualidade. Por isso, é imprescindível a vacinação na fase final de gestação da fêmea, que passará os anticorpos por colostro para os leitões”, explica. E ressalta: “A assistência ao parto e o manejo das mamadas é fundamen­tal para que os leitões recém-nascidos rece­bam os anticorpos por meio da ingestão do colostro, em quantidade e qualidade adequa­das. Sem dúvida, essa é a principal forma de proteção do leitão recém-nascido contra as infecções neonatais e, particularmente, contra a rotavirose”. 

Feronato acrescenta que, assim como em todas as viroses, não há tratamento específico para as rotaviroses. “Por isso, é essencial vacinar a fêmea na fase final de gestação, preferencialmente com vacina que possui rotavírus atenuado”.

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