Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

Cresce embarque de suíno e autopeça à Argentina

As duas mercadorias estão entre os produtos brasileiros cujas exportações mais subiram.

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Cresce embarque de suíno e autopeça à Argentina

As exportações brasileiras de suíno e autopeças à Argentina já dão sinais de que o governo do país vizinho começa a flexibilizar as restrições para entrada de produtos.

As duas mercadorias estão entre os produtos brasileiros cujas exportações para a Argentina subiram depois das negociações com o país, de acordo com dados do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil).

“Licenças de importação que estavam sob análise do governo argentino foram liberadas e a flexibilização de exigências também beneficiou outros setores, como o de calçados”, diz a a secretária de Comércio Exterior do ministério, Tatiana Prazeres.

No caso dos suínos, os embarques, que quase haviam sido interrompidos, passaram de US$ 1,5 milhão em junho para US$ 8 milhões em julho –alta de 422,5%.

De janeiro a julho deste ano, porém, o total de exportações teve queda de 17,2%, ressalta a secretária. A situação começou a melhorar um pouco no mês passado.

“Em julho, o comércio como um todo começou a se intensificar. Os setores de suínos e de autopeças eram dois segmentos que reclamavam muito de dificuldades para exportar para a Argentina, mas houve melhora na relação bilateral.”

Além de sofrer com as barreiras comerciais, as exportações brasileiras ressentem também com a crise, que reduziu o apetite para compras, segundo Prazeres.

No acumulado deste ano, até julho, as vendas ao país registraram US$ 10 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 8,7 bilhões.

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