Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Economia

BNDES prevê salto em desembolsos para fertilizantes

Perspectiva é aumentar os financiamentos para projetos de produção dos três ingredientes básicos utilizados pela indústria de fertilizante: potássio, fosfato e nitrogênio.

Compartilhar essa notícia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê ampliar nos próximos anos em oito vezes os desembolsos para projetos de produção de fertilizantes, um dos setores mais deficitários da economia brasileira e que precisa de novos investimentos para reduzir a dependência externa.

A perspectiva é aumentar os financiamentos para projetos de produção dos três ingredientes básicos utilizados pela indústria de fertilizante – potássio, fosfato e nitrogênio – da média atual de 250 milhões de reais ao ano para cerca de 2 bilhões de reais em 2015, afirmou em entrevista à Reuters o gerente do BNDES responsável pelos projetos de fertilizantes.

“O BNDES pode e tem tudo para ajudar o governo a estimular este setor”, afirmou o gerente de Departamento da Indústria Química, Vinícius Samu, acrescentando que a projeção do aumento se baseia nas necessidades do país e na onda “bem-vinda” de investimentos no setor.

O Brasil é quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e China, mas importa mais de 60 por cento de sua demanda por fertilizantes. No caso do potássio, o país é o terceiro maior consumidor e as compras externas correspondem a cerca de 90 por cento da demanda.

Segundo Samu, toda demanda do setor de fertilizantes que chegar ao banco será atendida, desde que cumpridas as exigências e os limites de financiamento, que normalmente variam de 60 a 90 por cento dos investimentos.

Atualmente, o segmento responde por apenas 10 por cento dos desembolsos do BNDES para a indústria química, mas a parcela deverá chegar a 50 por cento em 2015, previu o gerente do BNDES.

Empresas do setor de fertilizantes e do agronegócio se preparam para produzir mais potássio a partir de projetos bilionários e esperam ter financiamento de instituições como o BNDES.

É o caso da Verde Potash, que deve receber licença prévia ambiental neste trimestre para o projeto Cerrado Verde, em Minas Gerais, com potencial de produção de 3 milhões de toneladas anuais a partir de 2019 e investimento total de 6 bilhões de reais. Na primeira fase, a Verde Potash planeja produzir 600 mil toneladas de potássio, com começo de operação em 2015.

A Potássio do Brasil, que tem entre seus sócios o banco de investimento Forbes & Manhattan, pretende começar a produzir, entre 2017 e 2018, de 2 milhões a 4 milhões de toneladas de cloreto de potássio por ano, a partir de uma mina no município de Autazes, em plena floresta Amazônica.

A Vale quer retomar dois projetos de potássio, um em Sergipe e outro no Canadá, para compensar a suspensão de Rio Colorado, na Argentina, que estava entre as prioridades da mineradora até ser considerado alvo de conjuntura econômica desfavorável e incertezas políticas no país vizinho.

A segunda maior mineradora do mundo poderá acelerar Carnalita, no Sergipe, e Kronau, no Canadá, que tinham perdido prioridade devido à necessidade da empresa de enxugar investimentos e focar em ativos principais.

Assuntos Relacionados produção
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343