Com número de unidades aprovadas, Brasil não vai perder exportações, avalia a Abiec.
Aprovação de seis frigoríficos neutraliza impacto do embargo russo

Anunciada na sexta-feira, a decisão da Rússia de liberar as exportações de seis frigoríficos de carne bovina do Brasil deve neutralizar os impactos do embargo imposto pelos russos a outros nove frigoríficos em 2 de outubro.
Essa é a avaliação do diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec), Fernando Sampaio. “Com esse número de unidades [aprovadas], o Brasil não vai perder exportações”, afirmou ele, em evento em comemoração aos 15 anos da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), na capital paulista.
Antes da liberação das seis unidades — quatro da JBS, uma da Marfrig e outra da Minerva Foods —, as empresas alegavam que conseguiriam amenizar o embargo de 2 de outubro, que vetou seis plantas da JBS, duas da Minerva e uma da Marfrig, vendendo carne bovina produzida em outras unidades.
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Apesar disso, Sampaio admitiu que a liberação de novas unidades para exportar dará alguma tranquilidade para manter o atual ritmo de exportações para a Rússia, de cerca de 30 mil toneladas de carne bovina pro mês. A Rússia é o segundo principal destino das exportações de carne bovina do Brasil, atrás de Hong Kong.
























