Apenas nove frigoríficos estão autorizados a exportar carne para a China continental.
Presidente da CNA quer ampliar número de frigoríficos autorizados a exportar carne para a China

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defende uma ação conjunta do governo e do setor privado com o objetivo de conseguir da China, no menor prazo possível, tanto a suspensão do embargo à carne bovina brasileira quanto a autorização para que novos frigoríficos possam exportar carne para o mercado chinês. A notícia foi comunciada pela CNA.
Durante reunião com o Ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil (MAPA), Antônio Andrade, ela lembrou a necessidade de aproveitar a visita ao Brasil, em dezembro, dos técnicos da Administração de Inspeção e Quarentena (AQSIQ), órgão responsável pela fiscalização sanitária dos produtos importados pela China. “É uma boa oportunidade para remover os obstáculos”, disse a senadora Kátia Abreu.
A expectativa é de que esta visita da AQSIQ resulte na liberação do produto e em autorizações para novos frigoríficos brasileiros venderem carne bovina aos chineses. A CNA considera fundamental o aumento do número de frigoríficos autorizados a exportar carne para a China.
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Na avaliação da senadora, é “importante que os chineses autorizem novas plantas frigoríficas e não decidam com base apenas nos pedidos já formalizados por empresas brasileiras”.
Ela lembrou que, no Brasil, apenas nove frigoríficos estão autorizados a exportar carne para a China continental, enquanto o Canadá tem oito, a Argentina 18 e o Uruguai 22, segundo números da própria AQSIQ referentes a 2012.























