Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportação

Frigorífico do Paraná vende carne para Egito e Emirados

O Egito está entre os principais destinos de exportação do Frigorífico Astra, do Paraná.

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Frigorífico do Paraná vende carne para Egito e Emirados

O Egito está entre os principais destinos de exportação do Frigorífico Astra, do Paraná. O país é atendido pela empresa brasileira desde 2011 e hoje é o terceiro maior mercado da companhia.

“Nossos principais mercados são Rússia, Hong Kong e Egito”, conta Paulo Zedra, trader da empresa. As vendas para os árabes começaram em 2011, por meio de feiras, como a Gulfood, que ocorre anualmente em Dubai, e também por contatos diretos.

Além de clientes egípcios, o frigorífico também exporta para os Emirados Árabes Unidos e costumava vender para a Arábia Saudita, país que suspendeu as importações de carne do Brasil desde dezembro de 2012.

Hoje, a empresa vende principalmente para distribuidores nos países árabes. “Também mandamos carne para o exército do Egito”, revela Zedra. Ele explica que a empresa não participou de licitação no país, mas que um dos seus clientes importa a carne brasileira para atender às forças armadas de lá.

Zedra conta que as vendas aos árabes são de carne congelada e desossada. Segundo ele, os clientes da região compram mais os cortes dianteiros do boi. O executivo não revela o faturamento da empresa, mas diz que as exportações em geral representam 20% da receita do frigorífico.

Quando perguntado sobre as perspectivas de crescimento das vendas no mundo árabe, o trader apontou a expectativa de reabertura do mercado saudita para a carne brasileira.

O país do Golfo mantém um embargo à carne bovina nacional desde que o Ministério da Agricultura brasileiro anunciou a identificação do agente causador do mal da vaca louca num animal morto em 2010, justamente no rebanho paranaense. O bovino, no entanto, não morreu por causa da doença e não chegou a desenvolvê-la. O status sanitário do país segue como de “risco insignificante” para a ocorrência da moléstia, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

“Temos interesse que a Arábia Saudita volte logo. O país é um grande comprador”, afirmou. “Se a Arábia Saudita voltar a comprar, a expectativa é que cheguemos a 30% ou 35% do faturamento vindo das exportações”, completou.

Fundado em 1994, o Frigorífico Astra tem sua sede na cidade de Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Paraná. Atualmente, a empresa conta com 900 funcionários.

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