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China suspende barreiras à carne do Brasil e compra aviões

Dilma Rousseff recebeu o presidente chinês, Xi Jinping, em Brasília: 32 acordos sobre diferentes temas foram assinados.

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China suspende barreiras à carne do Brasil e compra aviões

Após três dias de convivência direta com o presidente da China, Xi Jinping – com destaque para a reunião bilateral realizada durante todo o dia de ontem – a presidente Dilma Rousseff apontou os pontos altos desse encontro, entre os quais se destacam dois contratos: a venda de 60 aeronaves da Embraer às empresas chinesas Tianjin Airlines e ICBC Leasing, em negócio que soma US$ 3,2 bilhões, e a suspensão do embargo chinês à carne brasileira.

“Temos interesse em ampliar a exportação de produtos brasileiros com valor agregado”, disse Dilma. No âmbito do agronegócio, Dilma completou que a determinação do governo é “superar quaisquer dificuldades técnicas e sanitárias que limitem a ampliação do comércio bilateral”.

Para Dilma, Brasil e China “deram um passo muito significativo” no estreitamento de seus laços comerciais e diplomáticos. Completou que essa relação será potencializada com a consolidação dos Brics, bloco formado por Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul, e com os gestos da China para se aproximar da América Latina.

Dilma destacou o interesse particular dos chineses em eventual parceria com Brasil e Peru para concretizar a ferrovia “transoceânica”, ligando o Atlântico ao Pacífico, do litoral brasileiro até o peruano, de modo que o trecho final seria cumprido por navios até a China. O foco são as exportações de grãos e minério de ferro. Completou que os chineses também estão muito interessados em parcerias na cadeia produtiva do petróleo, como construção de estaleiros, plataformas e fornecimento de produtos para o setor. A presidente destacou o interesse conjunto em pesquisas de ultra alta tensão, para transportar energia elétrica. Brasil e China são parceiros na transmissão de energia da futura usina de Belo Monte e na usina do Rio Tapajós. De igual forma, duas estatais chinesas são parceiras da Petrobras no campo de Libra.

No total, Dilma e Jinping assinaram 32 acordos em diferentes temas, inclusive entre BNDES e Eximbank, Banco de Desenvolvimento da China, e o Fundo Soberano CIC (China Investment Corporation). Mais tarde, no Palácio do Itamaraty, os dois presidentes deixaram o encontro para participar da reunião com os chefes de Estado da América do Sul e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). Na terça, haviam participado do encontro do Brics, e na quarta, de encontro com presidentes da América do Sul.

O governo brasileiro entende que o Brasil é a “porta de entrada” da China na América Latina, e por isso a mobilização de chefes de Estado e representantes dos países da América do Sul, do quarteto da Celac (Equador, Costa Rica, Cuba e Antígua e Barbuda), além do México, na condição de país convidado.

A questão da dívida argentina também foi abordada na reunião dos Brics e da Celac. Ontem, Dilma voltou a justificar a prioridade dada ao assunto, especialmente no dia em que esteve presente a presidente argentina, Cristina Kirchner, e lembrou que o Brasil entrou como “amicus curiae” no processo em que a Argentina discute a sua dívida soberana, do lado argentino. O Brasil discorda da cobrança vultosa da dívida e avalia que isso cria uma incerteza e instabilidade jurídica nas negociações das dívidas soberanas dos países. “Vamos levar (essa discussão) para o G-20, mas não é para reclamar, é para dizer que há um foco de instabilidade grave no sistema de renegociação de dívidas soberanas”, destacou a presidente brasileira.

Dilma ainda respondeu à manifestação da presidente do FMI, Christine Lagarde, que ofereceu ajuda na criação do banco dos Brics. Dilma ressalvou que nunca se posicionou contra o FMI e afirmou que o Brasil é o maior interessado nesse trabalho conjunto. Mas ela ressalvou que o Brasil quer mudanças no FMI, que o fundo “reflita sobre a correlação de forças dos países emergentes”, que não pode ser uma mera representação.

Durante almoço no Itamaraty, de celebração da parceria entre Brasil e China, Dilma afirmou que os dois países avançam em uma “parceria estratégica, sólida e promissora”. Ao retribuir o brinde, Jinping descreveu o Brasil como um “país privilegiado” pela sua natureza e utilizou uma metáfora musical para falar da economia brasileira: “Impressiona o rápido desenvolvimento econômico e social do Brasil, cujo ritmo e vigor fazem lembrar o samba”, afirmou.

Na última entrevista do dia, antes de participar de um evento cultural com o seu convidado, a presidente comentou os assuntos internacionais, como a queda do Boeing 777 da Malaysia Airlines, no Leste da Ucrânia com 295 pessoas a bordo, que havia sido muito comentada durante a reunião dos chefes de Estado. E, depois da imersão na diplomacia, analisou os conflitos no Oriente Médio.

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