Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,47 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,70 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,39 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 154,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,27 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.566,88 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Economia

No Congresso da Abag, Pessoa reforça que crescimento da economia não passará de 1,7%

O economista Samuel De Abreu Pessoa voltou a afirmar que o índice médio de crescimento no Brasil, ao final do período Dilma é de 1,7%

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No Congresso da Abag, Pessoa reforça que crescimento da economia não passará de 1,7%

O economista Samuel De Abreu Pessoa voltou a afirmar, nesta segunda-feira (04/08) no XIII Congresso Nacional do Agronegócio, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em São Paulo, que o índice médio de crescimento no Brasil, ao final do período Dilma Rousseff, é de 1,7 pontos percentuais. O índice anual deve ser de 0,6%. Na última quinta-feira (31/7), GLOBO RURAL já havia adiantado a visão do economista em relação a atual política econômica do país.

Pessoa reforçou que o atual governo está “forçando a barra” e gerando riscos para o país. “O governo Dilma está caminhando contra as políticas institucionais que foram desenvolvidas a partir de 2002”, diz. Segundo ele, foi a partir deste ano que o Brasil começou a desenvolver políticas institucionais. “O primeiro mandato do presidente Lula consolidou esse desenvolvimento, mas desde 2011, este trabalho está sendo desconstruído”.

Em uma análise macroeconômica, Pessoa diz que a situação do Brasil atual é triste. “Controlar juros na marra gera consequências para a economia e na véspera das eleições, essa situação não deve mudar”, explica. “Isso prejudica diretamente” por exemplo, a agro-industria do etanol, pois segurando os juros dessa forma, o governo segura o preço da gasolina, torna a competitividade com o etanol inviável e prejudica todo um setor”.

Para o economista, o ano de 2014 deve encerrar com um índice de inflação, também controlado, de 6,5%, quando a taxa ‘real’ gira em 8,5%. Já 2015 deve ser cauteloso para que reajustes cambiais sejam feitos, com uma transição política ou não. “Em médio prazo, a trajetória do câmbio tende a ser para cima, é um equilíbrio natural”.

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