Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Economia

No Congresso da Abag, Pessoa reforça que crescimento da economia não passará de 1,7%

O economista Samuel De Abreu Pessoa voltou a afirmar que o índice médio de crescimento no Brasil, ao final do período Dilma é de 1,7%

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No Congresso da Abag, Pessoa reforça que crescimento da economia não passará de 1,7%

O economista Samuel De Abreu Pessoa voltou a afirmar, nesta segunda-feira (04/08) no XIII Congresso Nacional do Agronegócio, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em São Paulo, que o índice médio de crescimento no Brasil, ao final do período Dilma Rousseff, é de 1,7 pontos percentuais. O índice anual deve ser de 0,6%. Na última quinta-feira (31/7), GLOBO RURAL já havia adiantado a visão do economista em relação a atual política econômica do país.

Pessoa reforçou que o atual governo está “forçando a barra” e gerando riscos para o país. “O governo Dilma está caminhando contra as políticas institucionais que foram desenvolvidas a partir de 2002”, diz. Segundo ele, foi a partir deste ano que o Brasil começou a desenvolver políticas institucionais. “O primeiro mandato do presidente Lula consolidou esse desenvolvimento, mas desde 2011, este trabalho está sendo desconstruído”.

Em uma análise macroeconômica, Pessoa diz que a situação do Brasil atual é triste. “Controlar juros na marra gera consequências para a economia e na véspera das eleições, essa situação não deve mudar”, explica. “Isso prejudica diretamente” por exemplo, a agro-industria do etanol, pois segurando os juros dessa forma, o governo segura o preço da gasolina, torna a competitividade com o etanol inviável e prejudica todo um setor”.

Para o economista, o ano de 2014 deve encerrar com um índice de inflação, também controlado, de 6,5%, quando a taxa ‘real’ gira em 8,5%. Já 2015 deve ser cauteloso para que reajustes cambiais sejam feitos, com uma transição política ou não. “Em médio prazo, a trajetória do câmbio tende a ser para cima, é um equilíbrio natural”.

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