Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

No Congresso da Abag, Pessoa reforça que crescimento da economia não passará de 1,7%

O economista Samuel De Abreu Pessoa voltou a afirmar que o índice médio de crescimento no Brasil, ao final do período Dilma é de 1,7%

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No Congresso da Abag, Pessoa reforça que crescimento da economia não passará de 1,7%

O economista Samuel De Abreu Pessoa voltou a afirmar, nesta segunda-feira (04/08) no XIII Congresso Nacional do Agronegócio, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em São Paulo, que o índice médio de crescimento no Brasil, ao final do período Dilma Rousseff, é de 1,7 pontos percentuais. O índice anual deve ser de 0,6%. Na última quinta-feira (31/7), GLOBO RURAL já havia adiantado a visão do economista em relação a atual política econômica do país.

Pessoa reforçou que o atual governo está “forçando a barra” e gerando riscos para o país. “O governo Dilma está caminhando contra as políticas institucionais que foram desenvolvidas a partir de 2002”, diz. Segundo ele, foi a partir deste ano que o Brasil começou a desenvolver políticas institucionais. “O primeiro mandato do presidente Lula consolidou esse desenvolvimento, mas desde 2011, este trabalho está sendo desconstruído”.

Em uma análise macroeconômica, Pessoa diz que a situação do Brasil atual é triste. “Controlar juros na marra gera consequências para a economia e na véspera das eleições, essa situação não deve mudar”, explica. “Isso prejudica diretamente” por exemplo, a agro-industria do etanol, pois segurando os juros dessa forma, o governo segura o preço da gasolina, torna a competitividade com o etanol inviável e prejudica todo um setor”.

Para o economista, o ano de 2014 deve encerrar com um índice de inflação, também controlado, de 6,5%, quando a taxa ‘real’ gira em 8,5%. Já 2015 deve ser cauteloso para que reajustes cambiais sejam feitos, com uma transição política ou não. “Em médio prazo, a trajetória do câmbio tende a ser para cima, é um equilíbrio natural”.

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