Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,19 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 159,28 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,55 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 154,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,22 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 158,68 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Economia

Criadores de suínos comemoram aumento de 40% no preço da carne

O preço baixo do milho está ajudando os criadores de porcos.

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Criadores de suínos comemoram aumento de 40% no preço da carne

O preço baixo do milho está ajudando os criadores de porcos.

No Rio Grande do Sul, Ivo Feranti, de Erechim, região norte do estado, produz cerca de 450 animais por mês e está satisfeito com o preço.

“O custo de produção baixou e o preço do suíno subiu, então ficou melhor para o produtor hoje, para trabalhar, para poder investir na atividade também”, diz.

De acordo com a Associação de Criadores do Rio Grande do Sul, o preço médio do quilo do suíno vivo é de R$ 3,94, maior cotação do ano. Em relação a agosto do ano passado, o preço está 40% mais alto.

O milho e a soja são os principais ingredientes da ração dos animais. O preço da saca de milho caiu 15% em relação ao ano passado e a tonelada do farelo de soja está 22% mais barata só este ano.

“O melhor reflexo desse custo, da queda no custo de alimentação, ele vai se dar no animal que o produtor vai comercializar em novembro, dezembro, porque esses animais que estão saindo hoje para comercialização são animais que ainda comeram a alimentação com custo mais alto. A tendência é de nós continuarmos tendo preços estáveis e essa queda do custo de produção, o que vai deixar uma margem bastante satisfatória para o produtor”, diz Valdecir Folador, presidente da Associação dos Criadores de Suínos/RS.

Outro fator que ajuda o setor são as exportações. O preço do porco lá fora está 18% mais alto do que nesta mesma época do ano passado.

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