O preço baixo do milho está ajudando os criadores de porcos.
Criadores de suínos comemoram aumento de 40% no preço da carne

O preço baixo do milho está ajudando os criadores de porcos.
No Rio Grande do Sul, Ivo Feranti, de Erechim, região norte do estado, produz cerca de 450 animais por mês e está satisfeito com o preço.
“O custo de produção baixou e o preço do suíno subiu, então ficou melhor para o produtor hoje, para trabalhar, para poder investir na atividade também”, diz.
Leia também no Agrimídia:
- •R$ 100 bilhões em jogo: MP vai renegociar dívidas do agro
- •Avanço de javalis acende alerta na suinocultura industrial
- •Suinocultura paulista ganha protagonismo no Sou + Agro com oficialização de Itu como Capital da Suinocultura Paulista
- •Brasil intensifica pressão diplomática e classifica tarifas de Trump como ‘injustas’ às vésperas de decisão
De acordo com a Associação de Criadores do Rio Grande do Sul, o preço médio do quilo do suíno vivo é de R$ 3,94, maior cotação do ano. Em relação a agosto do ano passado, o preço está 40% mais alto.
O milho e a soja são os principais ingredientes da ração dos animais. O preço da saca de milho caiu 15% em relação ao ano passado e a tonelada do farelo de soja está 22% mais barata só este ano.
“O melhor reflexo desse custo, da queda no custo de alimentação, ele vai se dar no animal que o produtor vai comercializar em novembro, dezembro, porque esses animais que estão saindo hoje para comercialização são animais que ainda comeram a alimentação com custo mais alto. A tendência é de nós continuarmos tendo preços estáveis e essa queda do custo de produção, o que vai deixar uma margem bastante satisfatória para o produtor”, diz Valdecir Folador, presidente da Associação dos Criadores de Suínos/RS.
Outro fator que ajuda o setor são as exportações. O preço do porco lá fora está 18% mais alto do que nesta mesma época do ano passado.























