Segundo ABPA, a decisão partiu de empresas russas e não das autoridades do Rosselkhoznadzor (Serviço Sanitário Russo).
Rússia não embargou plantas frigoríficas do Brasil, esclarece ABPA

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) enviou ontem (25/03) uma nota de esclarecimento acerca do suposto embargo russo a algumas plantas frigoríficas produtoras de carne suína e bovina. Segundo a entidade, a decisão partiu de empresas russas e não das autoridades do Rosselkhoznadzor (Serviço Sanitário Russo). “A solicitação das empresas é, de fato, uma atualização cadastral, já que estas empresas não estavam, no momento, exportando para a Rússia. Trata-se, nada mais, do redirecionamento comercial da produção destas unidades para o atendimento a outros mercados importadores.”, diz trecho do comunicado.
Confira a íntegra da nota de esclarecimento da ABPA.
“A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) esclarece que não foi realizado um embargo a plantas frigoríficas do Brasil por parte das autoridades do Rosselkhoznadzor (Serviço Sanitário Russo).
Houve, na verdade, uma solicitação, por parte de empresas, pela retirada do cadastro de determinadas unidades. A solicitação foi feita ao Ministério da Agricultura do Brasil, que a repassou às autoridades russas.
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A solicitação das empresas é, de fato, uma atualização cadastral, já que estas empresas não estavam, no momento, exportando para a Rússia. Trata-se, nada mais, do redirecionamento comercial da produção destas unidades para o atendimento a outros mercados importadores.
É importante destacar que o Brasil continua atendendo plenamente aos requisitos do mercado russo e dos demais clientes, em mais de 150 países importadores de carne de aves e em 70 importadores de carne suína. Isto, graças ao reconhecimento internacional alcançado pelas agroindústrias produtoras e exportadoras quanto à qualidade do produto e à excelência de seu status sanitário, sem registros de Influenza Aviária e Diarreia Suína Epidêmica em território brasileiro”.
























