Hoje, existem em Mato Grosso do Sul 34 frigoríficos que enfrentam dificuldades para garantir um valor de mercado competitivo.
Presidente da Assocarnes (MS) propõe estudo para aumentar investimentos no setor

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) recebeu na terça-feira (31), em seu gabinete, o presidente da Assocarnes (Associação de Matadouros, Frigoríficos e Distribuidores de Carnes de Mato Grosso do Sul), João Alberto Dias, que entregou um estudo com informações sobre a cadeia produtiva da carne em Mato Grosso do Sul. O objetivo do encontro, segundo João Alberto, é criar um grupo para desenvolver estratégias de fortalecimento dos pequenos e médios frigoríficos do Estado.
“A reunião foi positiva, o governador se mostrou aos nossos problemas e agora vamos aguardar que ele analise o estudo que entregamos a ele que contém toda análise…de toda cadeia produtiva da carne”, explica João Alberto Dias.
Hoje, existem em Mato Grosso do Sul 34 frigoríficos que enfrentam dificuldades para garantir um valor de mercado competitivo. Entre as dificuldades encontradas hoje, segundo João Alberto, estão algumas medidas fiscais do governo do Estado, que, editadas há muitos anos, precisam ser modernizadas.
Leia também no Agrimídia:
- •Paraná exporta frango para 150 mercados internacional e lidera diversificação de destinos
- •Aporte de US$1 bilhão pode levar Global Eggs a um dos maiores IPOs da B3
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Fórum Estadual de Influenza Aviária reúne setor avícola para discutir prevenção e biosseguridade no RS
Um exemplo, segundo João Alberto, é a lei que garante aos empresários do setor dilação de prazo para recolhimento do ICMS (Imposto Sobre Mercadorias e Serviço) sobre produto comercializado, que permite aos frigoríficos prazo maior de pagamento do tributo, porém, exige como garantia calção, hipoteca ou cata fiança.
“Nós queremos modernizar algumas regras, como esta das garantias por exemplo, que hoje se tornaram fator de dificuldades para muitos empresários. O que queremos é criar alternativas para que toda cadeia produtiva da carne seja mais flexível. Não estamos falando em extinguir o regime atual, mas apenas de modernizá-lo”, explica.





















