Integrantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) fazem manifestação em frente ao Ministério da Fazenda, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. É para reivindicar a liberação de recursos para a agricultura familiar e a anistia das dívidas.
Trabalhadores na agricultura pedem mais recursos e anistia de dívidas

Integrantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) fazem manifestação em frente ao Ministério da Fazenda, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. É para reivindicar a liberação de recursos para a agricultura familiar e a anistia das dívidas.
As portarias principal e a que o ministro Nelson Barbosa, da Fazenda, usa para acessar o prédio foram bloqueadas pela segurança. O acesso está sendo realizado pelo prédio anexo.
De acordo com comunicado da Contag, 700 pessoas participam da manifestação para pedir o avanço das negociações. A Polícia Militar do Distrito Federal calcula cerca de 500 pessoas.
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Houve um pouco de tensão porque a polícia não permitiu que o carro de som ficasse a menos de 100 metros da entrada principal do prédio. Os manifestantes, então, interditaram as pistas no sentido Congresso Nacional-Rodoviária. Negociações culminaram com a liberação do o carro de som e das pistas da Esplanada.
A mobilização nacional dos trabalhadores na agricultura do Espírito Santo e Minas Gerais, em Brasília, começaram terça-feira (8) e continuam até quinta-feira (10) e, segundo os organizadores, estão agendadas audiências nos ministérios da Fazenda e Meio Ambiente. Foi marcada também para 17h30 uma reunião das bancadas do Espírito Santo e Minas Gerais, na Câmara dos Deputados, para tratar de projetos de lei em andamento de interesse dos trabalhadores.
Os manifestantes informaram que os agricultores familiares capixabas e mineiros enfrentam sérios problemas causados pela seca desde 2014. Segundo eles, para piorar a situação, diversos municípios do Espírito Santo e de Minas Gerais foram atingidos pela tragédia de Mariana (MG), inviabilizando o acesso à água para milhares de famílias agricultoras e levando prejuízo à produção, afetando o pagamento das dívidas.
Ontem, no primeiro dia de mobilização, os manifestantes protestaram no Ministério do Desenvolvimento Agrário, onde uma comissão foi recebida pelo ministro Patrus Ananias.





















