Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Saldo de empregos do agronegócio no segundo trimestre é o pior desde 2007

Na comparação com o segundo trimestre de 2015, os setores que tiveram as maiores reduções foram a fabricação de produtos do tabaco (-1.818 empregos), a cultura de maçã (-962) e o abate e produção de carnes e derivados (-830)

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Saldo de empregos do agronegócio no segundo trimestre é o pior desde 2007

Mais de 14 mil postos de trabalho do agronegócio foram perdidos no segundo trimestre do ano – o saldo mais negativo desde o início da série histórica, em 2007. O resultado é a diferença entre o número de admissões e de desligamentos de trabalhadores formais no período.

Excluindo a sazonalidade da atividade, característica nesses meses por conta do fim da safra das culturas temporárias, o desempenho negativo é atribuído a setores que costumavam aumentar as vagas no período e, agora, reduziram o número de postos de trabalho.

Na comparação com o segundo trimestre de 2015, os setores que tiveram as maiores reduções foram a fabricação de produtos do tabaco (-1.818 empregos), a cultura de maçã (-962) e o abate e produção de carnes e derivados (-830), segundo levantamento divulgado pela Fundação de Economia e Estatística (FEE), com base em dados do Cadastro Geral de Empregos (Caged). No caso do abate e produção de carnes, o movimento é explicado pelo aumento dos custos de produção, especialmente por conta da alta do preço do milho.

– As dificuldades vividas pelas indústrias, tanto de aves quanto de suínos, são traduzidas nos números do mercado de trabalho – explica Rodrigo Feix, coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE.

O economista destaca que os desempenhos positivos se concentram especialmente no segmento “depois da porteira”, constituído principalmente de atividades agroindustriais e que responde por mais de 60% do total do emprego celetista do agronegócio gaúcho.

Apesar do resultado negativo no trimestre, o agronegócio ainda acumula saldo positivo no primeiro semestre, com 7.185 postos de trabalho – embora inferior ao mesmo período de 2015.

– No acumulado do ano passado, o agronegócio gaúcho fechou com saldo negativo. A tendência é que o mesmo ocorra em 2016 – prevê Feix.

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