Produtores querem reduzir de 12% para 6%. igualando-se ao percentual já em vigor no Rio Grande do Sul
Suinocultores do PR reivindicam do Estado redução de ICMS

Segundo informações da Associação Paranaense de Suinocultores (APS), representada por seu presidente, Jacir Dariva, está pressionando o Governo do Estado para que reduza a alíquota do ICMS para venda interestadual de suínos vivos, dos atuais 12% para 6%, igualando-se ao percentual já em vigor no Rio Grande do Sul.
O assunto voltou a ser discutido com o governo em audiência realizada na semana passada com o titular da Secretaria de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara.
Segundo informações da APS, o secretário foi receptivo ao pleito dos suinocultores e prometeu reforçar a questão especialmente junto a Secretaria da Fazenda, responsável pela matéria na administração estadual.
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Em fevereiro, os presidentes das três entidades do Sul que representam o sistema suinícola na região defenderam o estabelecimento de alíquota única para Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O pedido foi feito através de ofício assinado pelos presidentes das associações estaduais de suinocultores, entregues aos três governadores dos respectivos estados.
Em comunicado público, a associação informou que a época, o combinado era que em conjunto e ao mesmo momento, o decreto de redução do ICMS seria assinado. “Porém, recentemente, apenas o Rio Grande do Sul estabeleceu a nova alíquota e os produtores gaúchos são os únicos beneficiados, em detrimento dos produtores do Paraná e Santa Catarina. De acordo com o ofício entregue, a redução para 6% beneficiaria mais de 20% dos produtores de suíno do Paraná e outros tantos nos demais estados”, publicou a APS.
A associação frisou que o sistema suinícola dos três estados do Sul entende que o percentual de 6% não prejudica a arrecadação dos Estados e dos Municípios produtores de suínos na região, e ao mesmo tempo ajuda a fomentar e manter a suinocultura, atividade que vez ou outra é afetada por crises de mercado, sendo que em 2015 e 2016 a crise no setor se agravou pela situação econômica ainda preocupante no Brasil após o primeiro trimestre de 2017.





















